Fuja dos padrões por Bruna Lombardi (Transcrição)

Às vezes você se sente deslocado, não pertencendo, não fazendo parte de nenhuma tribo, só porque você se sente fora do padrão?

Quer saber? Invente os seus próprios padrões!

É hora de se libertar de comportamentos que não te traduzem…

Condutas que não são suas…

De tentar se encaixar onde você não se sente bem…

Tentar caber num sapato que não é seu número…

Pra quê? Para ser aceito?

Você só vai ser aceito quando VOCÊ se aceitar.

E você não precisa aceitar rótulos e etiquetas que te foram impostos e que nem combinam com você.

Você pode ser o que você é, do jeito que você é… DO SEU JEITO E PRONTO!

Ser do seu jeito e não se preocupar com o que os outros pensam.

Ninguém vai escolher o que é o seu ideal e nem como você deve ser ou agir.

Só você mesmo que vai descobrir!

Esse é o seu caminho: DESCOBRIR QUEM VOCÊ É!

Pode não ser fácil, mas eu garanto que é muito interessante.

E você vai se libertar de tudo o que os outros querem que você seja para ser exatamente o que você quer ser.

Porque o seu verdadeiro padrão, é ser FELIZ!

* * * * *

Transcrição rapidinha que fiz sobre esse vídeo maravilhoso da Bruna Lombardi. Para quem, assim como eu, precisa lembrar dessa mensagem a todo o instante!

Se você gosta de mensagens desse tipo ou quer ter algum vídeo transcrito por mim, envie sua sugestão nos comentários ao final da página. 😉

Educação e equilíbrio emocional segundo a neurociência (Transcrição)

Sabe aquela pessoa que te irrita profundamente e você sempre reage da mesma forma vergonhosa? Seja ironizando, xingando ou até mesmo agredindo? A neurociência mostra que é possível mudar esse tipo de comportamento horroroso. E isso é fundamental, tanto para o ambiente de trabalho, como familiar e social.

* * * * *

A língua portuguesa diferencia o verbo ser do estar, diferente do inglês e muitas outras línguas. Precisamos aprender que na verdade nós não somos nada, mas sim estamos alguma coisa.

Não somos tristes ou felizes, mas sim estamos tristes ou felizes.

Muitos dos nossos sentimentos que nós acreditamos ser, na verdade são algo de estado passageiro.

Por exemplo, se você teve, tem ou vier a ter depressão, você não é deprimido, você está deprimido. Isso é libertador, porque nos dá a chance de controlar o que nós somos e não precisamos nos descontrolar com a pessoa que nos irrita.

Irritabilidade

A neurociência mostra que é possível modificar esse tipo de comportamento.

Não nascemos com os nossos circuitos emocionais prontos. Muito pelo contrário, a maioria dos nossos circuitos emocionais vão sendo construídos ao longo da nossa história e de como lidamos com ela.

Numa analogia com o computador, é como se disséssemos que as nossas emoções estão muito mais para o software do que para o hardware. Ou seja, elas estão muito mais para o que é adquirido, do que para o que é inato, natural, intrínseco.

Nossas emoções não são simplesmente intrínsecas, mas sim, em grande parte, construídas por nós mesmos. É aí que temos a possibilidade de mudar hábitos negativos e ensinar o nosso cérebro a agir de forma diferente e podemos mudar comportamentos relacionados, por exemplo, à pessoa que nos irrita.

Cérebro aprendendo

Precisamos mudar da irritação para menos irritação, depois para a indiferença e quem sabe um dia, gratidão.

Mais profundamente, as nossas emoções são apostas do nosso cérebro, ou seja, são previsões e não certezas. Nós sempre nos vemos como reagindo ao mundo, mas na verdade o que o nosso cérebro está fazendo são sempre previsões e construções do mundo.

Isso significa que nós podemos modificar essas previsões, criando novas emoções. É por isso que cada vez mais a neurociência e as outras ciências mostram que nós, humanos, somos criaturas criadas por nós mesmos.

Nós, em geral, utilizamos as expressões “emoção” e “sentimento” como se fossem sinônimos, mas cientificamente falando, elas são diferentes.

A emoção vem primeiro e é o estado físico. Já o sentimento vem depois e é a interpretação da emoção.

Emoção e Sentimento

O sentimento é a experiência mental. 

Pegando a pessoa que nos irrita como um exemplo:

O que é a emoção?

A emoção é a mudança no batimento cardíaco, a mudança na temperatura do corpo ou é uma náusea que se instala.

O sentimento é a interpretação dessas mudanças, que nesse caso são interpretadas como irritação, raiva ou tristeza.

É interessante notar que, às vezes temos interpretações completamente diferentes para o mesmo batimento cardíaco e a mesma mudança na temperatura do corpo.

Ou seja, o nosso sentimento é uma interpretação e nós temos a maleabilidade em escolher como vamos interpretar essa emoção.

Nada vem com informação, nada no mundo externo. O que conta é como nós interpretamos essa informação, porque o único acesso que nós temos ao mundo é pelos nossos sentidos.

Poucos sentimentos são intrínsecos, como por exemplo sentir-se confortável e desconfortável. A maior parte dos nossos sentimentos é extremamente complexa e é definida pelas interpretações e reinterpretações que fazemos da nossa própria história.

Deveríamos continuar interpretando do mesmo jeito tudo o que recebemos do reforço positivo, e nos é benéfico, e reinterpretar tudo o que recebemos de reforço negativo, e que nos é maléfico.

Positivo e Negativo

O ser humano parece ser mestre em repetir o mesmo erro.

A gente não precisa disso. Precisamos dar o primeiro passo para modificar o comportamento e depois precisamos lembrar de repetir, repetir e repetir…

Essa é a única forma de mudarmos tal comportamento: aprender repetindo, repetindo e repetindo, até que esse novo comportamento fique cristalizado e mais fácil.

* * * * *

Por que é tão difícil mudar?

Porque quando agimos de forma descontrolada, seja ironizando, xingando ou agredindo, primeiro o cérebro recebe um alívio e depois é que vem a vergonha. Na próxima situação, com a mesma pessoa, qual será a aposta do cérebro? O alívio.

O alívio veio primeiro e, automaticamente, agimos da mesma forma. É isso que precisamos mudar: ensinar o nosso cérebro que não é no alívio que temos que prestar atenção e sim na vergonha, mas precisamos mudar para que isso aconteça.

Ao contrário do que muitos pensam, o nosso processamento emocional é resultado de uma orquestra cerebral e não uma atividade meramente límbica. O que isso nos diz?

Os estudos recentes mostram uma ligação muito estreita entre as partes límbicas e frontais do nosso cérebro, sugerindo que existe um processamento cognitivo nas nossas emoções.

Isso indica que nós podemos ter muito mais controle sobre nossas emoções. Isso é autocontrole, é poder buscar equilíbrio emocional.

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Dicas para cultivar o Equilíbrio Emocional

Outro engano que cometemos, é querer ler o que o outro sente.

Se a nossa leitura do mundo é muito baseada na nossa história, toda vez que tentamos ler o que o outro sente, estamos fazendo uma aposta (previsão), que é muito mais baseada na nossa história do que na história do outro. Isso é uma perda de tempo.

Muitas empresas hoje gastam fortunas para tentar ler o sentimento do outro, mas com que finalidade? 

Na verdade, a finalidade é a de controlar o outro, sendo que deveríamos gastar o nosso tempo para querer controlar a nós mesmos.

Ninguém nos faz sentir nada e nós decidimos o que queremos sentir, ou pelo menos temos essa chance. Isso significa que podemos ter mais controle sobre nós mesmos, o que é muito poderoso, pois nos dá a chance de termos MELHOR controle sobre nós mesmos.

Se temos melhor controle sobre o que sentimos, significa que temos mais responsabilidade sobre nós mesmos. Se continuamos agindo de forma descontrolada com quem nos irrita, a responsabilidade é nossa e não daquele que nos irrita.

Responsabilidade significa muita coisa e é exatamente aqui que mora o nosso livre arbítrio.

O que você faz para mudar esse tipo de comportamento que você não gosta e buscar melhor controle e equilíbrio emocional?

* * * * *

Essa é uma das brigas que tenho comigo mesma, DIARIAMENTE. Desde adolescente, sempre tive comportamentos explosivos com meus pais, sendo que eles não tinham culpa da forma com a qual eu processava minhas emoções.

Com o passar do tempo, fui entendendo isso e prestando mais atenção nas minhas atitudes. Não é fácil e eu ainda tenho um caminho muito longo a percorrer.

No entanto, acredito que por estar sempre estudando e por me interessar por conteúdos desse tipo, consigo aprender de forma autodidata, já que não consegui ainda buscar um acompanhamento profissional adequado.

Por isso, fiz essa transcrição do vídeo da Casa do Saber, onde a neurocientista Claudia Feitosa-Santana compartilha uma série de ensinamentos relacionados ao tema.

Vou deixar o link do vídeo abaixo caso queira acompanhá-lo na íntegra, mas peço que compartilhem essa transcrição como forma de divulgar o meu trabalho. 

Se precisarem ou conheçam alguém que precise de transcrições de vídeos ou webnários, deixe um comentário abaixo solicitando ou envie um e-mail para:

gmail contato@equilibrioassistenciavirtual.com

Espero que tenha gostado do assunto! Se sim, deixe seu curtir após o vídeo abaixo ou um comentário com sugestões. Vou adorar saber como posso ajudar! 😉

O novo normal já está velho?

Ou como diria a música da banda O Rappa: “O novo já nasce velho”

Ultimamente tenho acompanhado alguns conteúdos relacionados ao desenvolvimento humano e um deles me chamou a atenção, não só pela forma com a qual é apresentado, mas principalmente porque vai diretamente ao ponto.

Trata-se do canal Pensamentos Transformadores formado pelas palestrantes Vania Ferrari e Anna Paula Nogueira. Ambas possuem uma vasta formação na área de RH e, além de unirem seus conhecimentos e transmitirem para milhares de pessoas em seus vídeos e palestras, uniram-se também como um casal representando a diversidade.

Em um dos vídeos mais recentes do canal, Vania e Anna optaram por fazer um formato diferente do qual elas estavam acostumadas. Ao invés de publicarem o vídeo enxuto e editado como de costume, resolveram compartilhar a discussão que tiveram para elaborar o conteúdo do vídeo, sem edição ou cortes.

Isso gerou um vídeo de mais de 30 minutos, o qual resolvi transcrever aqui de forma mais resumida, pois embora os pontos abordados por elas sejam voltados para as organizações e a área de RH, são de grande valia para todas as pessoas.

O tema do vídeo é o novo normal já está velho? Coincidentemente, ouvi no mesmo dia a música “O novo já nasce velho”, da banda O Rappa e isso pra mim foi um sinal de que deveria fazer o registro da minha percepção sobre o vídeo delas aqui.

Abaixo vou colocar o conteúdo extraído do vídeo, com algumas observações para facilitar a compreensão.

O novo normal já está velho?

Coisas velhas que parecem novas representam um perigo. As pessoas estão chamando de novo normal uma coisa que já é velha. O novo normal é trabalho a distância, mas isso já é velho.

Nesse ponto Anna lembra de ter participado de um projeto piloto para trabalhar remotamente no ano de 2011.

Lives e eventos a distância, levar conteúdo para os colabores onde eles estiverem, sem a necessidade de reunir todo mundo no mesmo espaço… Apesar de estarem fazendo muito isso agora, essa tecnologia não é nova.

A vantagem dos participantes é a de estarem todos na primeira fila, sem a separação de área VIP.

Nos eventos online, há maior interação dos participantes e numa intensidade maior, sem a necessidade de se obedecer a uma hierarquia.

Coisa que não acontecia nos eventos presenciais.

Você não sabe o bastante nem para saber se está fazendo a pergunta certa. 

Essa foi uma frase impactante que Vania retirou do livro Reimagine de Tom Peters.

Muitas pessoas que participam dos eventos presenciais, quando tem a oportunidade de pegar o microfone para fazer alguma pergunta às palestrantes, não o fazem. Elas apenas aproveitam a chance para falarem sobre si mesmas e acabam não dando a chance de outras pessoas falarem algo de útil ou simplesmente fazer a pergunta certa.

Q.A. (Quociente de Adaptabilidade)

Anna fala sobre um TED de Natalie Fratto, onde ela enfatiza a necessidade de se trabalhar o chamado Q.A..

  • Q.I. (quociente intelectual) – Medido por onde a pessoa estudou, que experiências ela tem, que conhecimentos ela traz para a organização;
  • Q.E. (quociente emocional) – Qual a capacidade que a pessoa tem de construir uma equipe e de estabelecer boas relações dentro da organização;
  • Q.A. (quociente de adaptabilidade) – Como a pessoa reage a mudanças e como forçamos o nosso cérebro a simular.

O “e se”, ativa o cérebro fazendo com que sejamos pessoas cada vez mais adaptáveis. Questionar o que já sabe, ou seja, aprender a aprender. Jogar fora o que não serve mais para aprender o novo.


O que impede as pessoas de se adaptarem às mudanças?

Preguiça e medo.

Tem pessoas que não melhoram os processos porque vai dar trabalho. O processo é burro, é improdutivo, é caótico, é caro, mas se a gente for mexer no processo, teremos que falar com outras áreas, alinhar, discutir, mudar o formato… e eu tenho preguiça.

Ou eu tenho medo, porque vou expôr a minha ignorância, vou me expôr na organização, eu estava quietinho fazendo o meu, chegando no mesmo horário e indo embora no mesmo horário, ninguém mexia comigo.

Se eu começar a brigar com as pessoas para melhorar esse processo, as pessoas vão ver que talvez eu não seja tão bom, quanto as pessoas pensam.

Nesse novo “novo normal”, você terá que se mexer na cadeira!


O medo e a preguiça nos impedem de inovar.

Não é a tecnologia, não é a inteligência artificial, não é acesso a software e hardware, é muito mais humano. É de fato o nosso desejo de querer mudar o que fazemos diariamente.

Natalie cita um cara que criou uma bicicleta que vira para a direita e vai para a esquerda. Isso é para forçar o cérebro a entender que quando queremos ir para a esquerda, temos que virar para o outro lado. Assim como naqueles exercícios para treinar o cérebro, escrever ou escovar os dentes com a mão esquerda ou vice-versa.


Devemos ser mais subversivos, no bom sentido

Fomos ensinados que ser subversivo é ruim, mas não é. Tem que ter alguém na empresa para dizer “isso não faz o menor sentido, estamos passando vergonha”.

Ter como característica ser mais subversivo, mas também briguento pela coisa certa, porque isso vai estimular as pessoas a perguntar. A chave está aí: fazer novas perguntas, que podem ser simples ou complexas.

O exercício contínuo de perguntar e de propor é que vai gerar grandes mudanças.

Olhar para a organização não mais como um lugar rotineiro que eu TENHO que ir, “porque sim”…

“Eu não estou feliz na empresa onde eu trabalho, mas eu não posso ir embora porque o mercado de trabalho está ruim”.

Se você for bom, o mercado de trabalho é bom, se você for ruim, o mercado de trabalho é ruim.

Equipe idiota, líder idiota. Equipe genial, líder genial!

Prefiro dizer que o mercado de trabalho está difícil, do que atualizar minha rede, atualizar o meu LinkedIn, experimentar o contato com o mercado para de fato entender se está difícil mesmo ou se sou uma pessoa que posso migrar porque o mercado precisa de gente como eu.


QI, QE e QA são interdependentes

A partir do momento que você entende que precisa mexer no seu QA, automaticamente o seu QI vai mudar, assim como o QE que precisa estar preparado para essas mudanças.

Por exemplo, a pessoa que tem dificuldade de cognição, dificuldade de compreensão, não conseguirá desenvolver o QI, logo não conseguirá melhorar a capacidade de mudança.

A pessoa que tem problemas emocionais para assumir que está com algum problema ou está errada, também não conseguirá partir para a adaptação.

Busque primeiramente em você mesmo essas três competências e a partir daí, vai mudando o seu entorno.

Todo mundo quer ser reconhecido, mas para que isso aconteça, é preciso criar uma certa autoridade e reputação. E como conseguimos mudar tudo isso? Estudando!

Se a gente já tem o cenário atual, que já se consolidou, um cenário de retorno que caminha para ser igual ao que era antes, quando vemos o que chamam de reabertura da economia (pessoas voltando para os shoppings e carros como antes), talvez o novo normal seja o velho.


A gente vai voltar de onde a gente veio…

A gente só não vai voltar, se a gente de fato aplicar o QA e exercitar a simulação de cenários possíveis.

Por exemplo, um dos grandes problemas que temos nas grandes cidades é o transporte (público ou privado). A gente já viu que é possível trabalhar de casa, tendo eficiência, sendo mais produtivo…

Essa é uma das questões que precisamos levar para as organizações, quando voltarmos, para que essa seja uma prática contínua. É mais barato, é mais eficiente, contribui com a saúde emocional das pessoas, porque elas vão deixar de se estressar no caminho até o trabalho, então essa é uma prática que a gente precisa mudar.

Precisamos ser muito questionadores, não aceitar alguns argumentos, porque a gente testou, fomos obrigados a testar e a usar os novos modelos e a gente não pode deixar esses avanços retrocederem.

Porque se a quarta revolução industrial gerou um novo jeito de fazer negócio, um novo consumidor, essa revolução que fomos obrigados a participar, gerou um novo colaborador.

Então, se você empresa quer chamar para trabalhar grandes talentos, essas pessoas vão querer trabalhar de casa. Ou ainda, ser híbrido…


Modernidade líquida (livro de Zygmunt Bauman interpretado por Vania Ferrari)

Você não tem só o líquido… Você continua tendo o sólido e o gasoso.

Os sólidos são os nossos valores (missão, visão e valor).

O líquido é o método, que tem que ser fluido e tem que mudar toda hora. Se o líquido cai numa caixa, fica quadrado, se cai num aquário, fica redondo.

Os processos precisam ser revisitados e serem líquidos o tempo todo.

A cultura é gasosa, ela tem que circular entre nós e nós temos que sentir a presença da cultura, sem ter que ficar invocando-a toda hora.

O fogo transforma o gelo em água e a água em gás e ele simboliza o pensamento crítico.

O valor pode ser gasoso, pois precisa ser revisitado em questões urgentes para uma evolução. Diversidade que evoluiu para uma inclusão, por exemplo. No entanto, o valor não pode ser desconstruído.

Com base num conjunto de valores, qual o próximo passo que daremos como uma organização e como adaptamos alguns deles. A essência permanece a mesma.

O novo normal requer que você sempre melhore.


O novo normal nos fez descobrir que somos finitos.

A gente vai morrer, vamos perder o trabalho do qual somos tão apegados, teremos que dar um passo para trás em nossa carreira, porque isso é mais interessante para a nossa saúde, embora não seja interessante para o dinheiro.

Mas também, quem precisa de muito dinheiro se a gente vai morrer?


Finitude

O tempo é finito, sua carreira é finita, a sua vida é finita, a sua fornada de trabalho tem que ter fim, os recursos naturais são finitos, o mundo é finito…

Fala-se tanto em produtividade, mas por que, se tudo é finito?

Talvez o antônimo de produtividade não seja não fazer nada, mas sim fazer o melhor com pouco.

Outra questão levantada é que uma parte do nosso tempo, do que temos que fazer, será substituída pela tecnologia. Ou seja, vai sobrar tempo. A gente não preenche esse tempo da forma que estava, porque é insustentável.

Como a gente permite que sobre tempo pra gente inovar, pra aprender outras coisas, pra reduzir jornada, pra não fazer nada… é um novo uso de tempo, sabendo que ele é finito.

A inteligência artificial, vai recuperar um espaço de tempo que nós não temos que recuperar.

“Já que eu não tenho mais que fazer isso, eu vou encher o meu tempo de outras coisas”… Não!

Você vai ficar numa ociosidade saudável, vai cuidar da sua família, vai ver seus filhos crescerem, vai ver o por-do-sol, o nascer do sol…

A jornada tem que reduzir para você fazer bem feito da primeira vez. Quando você faz isso, você ganha tempo.


E como fazer bem feito da primeira vez?

Estudando!

Por isso que os três quocientes são interdependentes e complementares.

Não é para fazer mais rápido, é para fazer melhor.

A gente está na loucura do mais rápido, mais eficiente, mas na verdade temos que deixar mais tempo para viver, para refletir, para agir…

Uma das coisas que a gente mais reclamava antes da pandemia era que não tínhamos tempo. Quando chegou a pandemia, lotamos a agenda de trabalho, Lives, cursos online, atividade física online, meditação… Ou seja, a gente manteve o estresse emocional que a gente já não gostava no cenário anterior.


Temos que parar de fazer idiotice e deixá-la sólida.

A gente pega um processo ou uma ideia que deveria ser líquido ou gasoso e tornamos ele sólido.

Precisamos de salas com muitos “post-its” para mostrar que aquela equipe tem ideias… Só que é tanto “post-it” que depois não se sabe o que fazer com aquilo.

O excesso te paralisou.

O que é na sua vida o sólido idiota? O sólido imbecil? O sólido que se fossilizou?

Quais são os sólidos que você tem que transformar em líquido e gasoso ou ainda abrir o ralo e deixar ir embora?

Muitas pessoas dizem que não podem questionar muito, pois precisam sobreviver no trabalho…


Se você precisa sobreviver nesse trabalho, você está no lugar errado!

Você tem que viver o trabalho, gostar dele, se apaixonar pelas suas atividades.

Não precisa ser tudo, pois tem coisas da nossa rotina que não gostamos de fazer, mas a maioria das coisas precisa ser apaixonante.

Lembrando que apaixonante porque VOCÊ acha apaixonante. Não precisa idealizar projetos incríveis, mas sim enxergar e se encantar com coisas que talvez para os outros sejam encarados como rotinas chatas ou processos desinteressantes.

Você pode ter uma relação de paixão com o que você faz, seja a atividade que forE se você não tem, dá um jeito de automatizar para você se livrar dela.

Automatiza, terceiriza, cria um jeito de ganhar autoridade na sua empresa para você passar isso para outra pessoa. Cria um sucessor, faz ficar divertido e estimulante…


Vania e Anna finalizam o vídeo convidando a todos para que formulem suas próprias ideias a partir do que assistiram e compartilhar esse conteúdo com quem precisa.

Eu utilizo o meu site para estudar e divulgar assuntos que considero pertinentes para a minha formação pessoal e profissional.

Espero que esse conteúdo também possa ajudá-lo(a) de alguma forma. Se sim, deixe o curtir logo abaixo e compartilhe você também para ajudar mais pessoas! 😀

Caso queira contar sua história ou sugerir algum tema, deixe seu comentário!

Obrigada pela visita e até a próxima! 😉

Dicas para cultivar o Equilíbrio Emocional

Cultivar o Equilíbrio Emocional em tempos “normais” já era uma tarefa difícil, agora com a pandemia tornou-se um verdadeiro desafio. A boa notícia é que podemos contar com dicas para equilibrar as emoções e eu separei algumas para compartilhar aqui. Leia mais

Como viver com 600 reais do auxílio emergencial

Muitas pessoas ainda não conseguiram receber os 600 reais do auxílio emergencial. Outras até receberam mas não conseguem fazer as despesas caberem dentro desse valor.

Para ajudar nessa missão, especialistas em Finanças e Economia dão dicas do que fazer. A Nathália Arcuri é uma delas e fez um vídeo com um plano tático para viver com os R$ 600 do auxílio emergencial.

Para quem não conhece, Nathália é ex-repórter da Record e fundadora do canal Me Poupe, onde dá dicas sobre Finanças e Economia. Sua forma de explicar sobre o assunto é tão didática que, além dos vídeos, escreveu também um livro com toda a sua trajetória para chegar à Independência Financeira.

Com as dicas da Nath, aprendi muito mais sobre finanças do que na faculdade. Falei sobre o assunto no artigo A importância de uma Reserva de Emergência.

O que aprendi com ela, me deu autonomia e segurança para cuidar das finanças da família e do meu namorado Bruno. Ele gostou tanto da minha ajuda que me deu o livro de presente…

Nesse livro, Nathália ensina a economizar e definir estratégias para atingir objetivos financeiros e de vida, assim como faz em seus vídeos.

Como viver com R$ 600 do auxílio emergencial?

No vídeo Plano tático para viver com 600 reais do auxílio emergencial, Nathália mostra 7 passos para chegar ao final do mês com todos os boletos pagos e com tudo o que é essencial garantido, sem fazer novas dívidas. Vamos a eles:

Passo 1: Identifique todas as suas despesas

Veja o extrato do banco referente ao último mês e anote todas as despesas fixas e essenciais variáveis, incluindo boletos, faturas e contas.

Importante: Não esqueça de anotar também as parcelas do cartão de crédito!

Passo 2: Olhe quanto você tem na sua conta e na sua carteira

Esse passo é muito simples, basta olhar no extrato do banco o quanto tem disponível na conta, bem como o quanto tem de dinheiro na carteira.

Passo 3: Identifique quais são os gastos essenciais

Das despesas registradas no passo 1, veja quais são essenciais variáveis (não fixas). Exemplos: Alimentação, limpeza, lazer… Identifique apenas o que é essencial e anote.

Lembrando que em tempos de pandemia, alguns gastos que eram considerados essenciais não são mais, pois devido ao isolamento não podem mais ser realizados.

Passo 4: Some todos os gastos fixos e essenciais variáveis

Esse passo é para fazê-lo entender de quanto dinheiro vai precisar no próximo mês. Ou seja, com base no que pagou mês passado, você poderá fazer uma projeção para o próximo mês.

E aqui tem um dado importante: Devido à pandemia, muitos gastos fixos não precisam ser pagos nesses três meses!

Por exemplo: financiamento imobiliário, conta de luz, conta de gás e diversos serviços poderão ser negociados, pausados ou nem precisarão ser pagos durante a pandemia. Veja em outro vídeo que Nathália fez sobre as medidas econômicas do governo.

Tendo ciência do que não precisará ser pago na sua lista, vá riscando e subtraindo os valores. A ideia é negociar tudo o que não precisa ser pago para enxugar ao máximo as despesas.

Passo 5: Coloque um limite de gastos por semana para tudo o que é essencial variável

Nessa passo Nathália orienta colocar um limite de R$ 100 por semana para gastos essenciais variáveis como alimentação, lazer e remédios.

Lembrando que essa dica é para fazer os R$ 600 renderem o mês inteiro e deve ser adotada em momentos emergenciais e temporários, como esse que estamos vivendo.

Para conseguir viver dentro desse limite semanal, é preciso buscar formas de economizar nas compras essenciais, priorizando sempre as alternativas mais baratas.

Passo 6: Faça renda extra sem sair de casa

Existem várias formas de fazer renda extra sem sair de casa e sem precisar fazer curso ou faculdade. No canal da Nath tem uma playlist com várias dicas e no livro também.

Recentemente escrevi um outro artigo com Dicas para trabalhar em casa e ganhar dinheiro pela internet.

Passo 7: Comece pelo primeiro passo

Parece redundante, mas é isso mesmo! Comece pelo primeiro passo fazendo a lista de todos os gastos e só pare quando conseguir executar todo o plano tático.

Lembrando que, se você está no grupo das pessoas que precisa do auxílio emergencial, não se preocupe em fazer investimentos agora, pois o objetivo é sobreviver com os R$ 600 e chegar no próximo mês com dinheiro em caixa.

Todos esses passos que a Nath passou servem não só para essa fase de pandemia, mas sim devem ser levados para todos os momentos da vida. Isso fica claro nos vídeos, no curso e no livro, como citei anteriormente. Por isso ela é uma das minhas referências sobre Finanças!

Espero que essas dicas ajudem de alguma forma. Se gostou desse artigo, deixe seu curtir logo abaixo e compartilhe esse conteúdo com quem precisa!

Obrigada pela visita e até a próxima! 😉

Home office de pijama? Por que não?!

Quem nunca sonhou em ter um trabalho no qual pudesse trabalhar de pijama, que atire a primeira pedra! Brincadeirinha… Mas tenho certeza que muita gente já sonhou com isso um dia e o melhor de tudo é que neste momento temos a oportunidade de vivenciar essa experiência. Leia mais

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Mais do que nunca, estamos ouvindo os termos home office e trabalho em casa como se fossem exatamente a mesma coisa. No entanto, existe uma sutil diferença entre eles, você sabe qual é? Leia mais

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A crise causada pela pandemia de coronavírus atingiu o mundo inteiro e nos obrigou a fazer uma espécie de “parada obrigatória”. Mas, o que será que aconteceu com os viajantes e nômades digitais que viviam nas estradas mundo afora? Quem responde essa pergunta é o casal Rômulo e Mirella do canal Travel and Share, dando dicas sobre como enfrentar essa e outras crises.

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Auxílio emergencial de R$ 600,00 para trabalhadores informais é aprovado pela Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou o pagamento de um auxílio emergencial no valor de R$ 600,00 para trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a pandemia de Coronavírus. No entanto, essa medida segue ainda para a aprovação do Senado, que deverá acontecer na próxima segunda-feira (30). Leia mais

Seguro-desemprego para o MEI, novas medidas anunciadas pelo governo

Diante da pandemia de Coronavírus, o governo anunciou novas medidas para proteger também os trabalhadores informais. Uma delas é o seguro-desemprego para o MEI (Microempreendedor Individual). Leia mais

Como lavar corretamente as mãos e usar o álcool gel para prevenir o Coronavírus

Lavar as mãos e usar álcool gel são hábitos simples que ajudam a prevenir a disseminação do Coronavírus. No entanto, poucos se atentam para a maneira correta de fazê-los. Leia mais

Assistência Virtual: alternativa de trabalho home office para prevenir o Coronavírus

Em tempos de Coronavírus, a principal recomendação da Organização Mundial da Saúde é a de evitar aglomerações e o contato físico com outras pessoas. Mas como fazer isso no ambiente de trabalho, por exemplo? A Assistência Virtual é uma alternativa de trabalho home office que ajuda a prevenir o Coronavírus. Veja o porquê.

Sobre o Coronavírus

O Coronavírus é uma doença respiratória causada pelo agente que leva o mesmo nome. Esse vírus não é tão recente como imaginamos, pois é conhecido desde 1960. O problema é que essa doença está causando pânico na população mundial, devido à velocidade com a qual vem se espalhando nos últimos dias.

A manifestação mais recente do Coronavírus aconteceu na China no final de 2019, por isso vem sendo chamado de COVID-19, do inglês “coronavirus disease 2019” ou simplesmente “Novo Coronavírus”.

A grande preocupação da população é que, além de ser transmitido rapidamente, o número de mortes causadas pelo Novo Coronavírus é muito alto. Sem contar os casos confirmados da doença que já atingiu o mundo inteiro, fazendo com que ela fosse declarada como uma pandemia, pela Organização Mundial da Saúde.

Como evitar o Coronavírus?

Uma das primeiras medidas adotadas pela China, na ocasião do descobrimento da doença, foi a de isolar a população contaminada e evitar o contato com um grande número de pessoas. Isso porque o Coronavírus é transmitido pelo ar, pelo contato com as mãos no rosto, nariz e boca.

Outras medidas de saúde e higiene também ajudam a prevenir a doença. Dentre elas as mais divulgadas são:

  • Lavar bem as mãos (ao tossir, espirrar, ter contato com outras pessoas, após utilizar o banheiro e antes de comer e beber);
  • Cobrir boca e nariz com lenço de papel descartável ou com o braço ao tossir ou espirrar;
  • Evitar o contato com outras pessoas.

Como a Assistência Virtual pode ajudar a prevenir o COVID-19?

Justamente pelo último tópico de recomendação dos órgãos de saúde: evitar o contato com outras pessoas.

No mundo corporativo, muitas pessoas ainda precisam se locomover utilizando transporte público ou compartilhado. Quando chegam no ambiente de trabalho, dividem o espaço com os colegas e ficam no mesmo local por um período médio de 8 horas por dia.

Nos últimos dias, temos visto nos noticiários países como a Itália, que também está em estado de alerta por causa do Coronavírus. Dentre as recomendações recebidas no país, uma delas é a de trabalhar de casa. Infelizmente nem todos conseguem, mas para muitas pessoas isso é uma realidade, inclusive para mim.

Para quem ainda não conhece, a Assistência Virtual é uma modalidade de trabalho remoto, onde as pessoas podem trabalhar em home office, ou seja, diretamente de suas casas. Esse tipo de trabalho é comum em boa parte do mundo, mas vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil, graças aos avanços da tecnologia e da era digital.

Importante! Assistente Virtual pode sim ter contato com as pessoas. O fato é que, tendo a oportunidade de trabalhar em home office, fica mais fácil prevenir surtos de doenças contagiosas.

Como me tornei uma Assistente Virtual?

Na verdade eu já trabalhava com isso e nem sabia! Enquanto eu ainda era Analista de Suporte trabalhando fisicamente para uma empresa de informática, comecei também a desenvolver um trabalho freelance como Redatora para o site GreenMe.

Até então eu ainda ia fisicamente para a empresa e dividia o espaço de trabalho com meus colegas. Exceto no trabalho como redatora, pois conseguia fazer em casa mesmo, utilizando apenas o meu notebook.

Com o passar do tempo, conheci o curso Como Ser Assistente Virtual, da Camile Just, onde ela ensina a trabalhar de forma remota, com as habilidades que já temos.

Nesse curso eu aprendi que, além do trabalho de redatora, eu poderia trabalhar com financeiro, atendimento, secretariado e até mesmo como Produtora de Conteúdo. Tudo isso de forma remota, utilizando apenas um computador com internet e telefone.

Foi então que, em 2018, decidi sair do trabalho físico e comecei a empreender como Assistente Virtual com foco em Produção de Conteúdo.

Essa mudança foi bastante providencial na época, pois me permitiu cuidar dos meus pais num momento delicado da família, mas isso eu conto em outros artigos.

O objetivo aqui não é fazer propaganda, mas sim chamar a atenção para mais uma funcionalidade da forma com a qual eu escolhi trabalhar.

Claro que a Assistência Virtual não resolve o problema do Coronavírus, pois sabemos que isso depende de uma série de fatores, principalmente das condições de saúde e da imunidade das pessoas. Por isso é tão importante levar a sério as recomendações da OMS, pois essa é uma doença que pode sim ser controlada com medidas simples.

Da minha parte, só posso dizer que fico muito mais tranquila por não precisar me expôr a esse tipo de situação… Pelo menos não mais por deslocamento em transporte público ou pelo contato com várias pessoas no ambiente de trabalho.

Ninguém está livre de contrair o Coronavírus, mas é possível sim evitá-lo, seguindo as recomendações de higiene e mantendo-se em um tipo de “isolamento temporário”.

Quer saber mais sobre Assistência Virtual?

Separei esse artigo aqui onde explico: O que faz um(a)Assistente Virtual?

Se quiser saber mais sobre o assunto ou mesmo se quiser dar sugestões de temas e tirar dúvidas, deixe um comentário abaixo.

Compartilhe esse artigo com quem possa se interessar pelo tema e obrigada pela visita! 😉

Reequilíbrio…

Estive ausente dessa página desde junho deste ano, pois passei e ainda estou passando por algumas turbulências após a morte do meu pai. No entanto, sinto que é hora de recomeçar. Confesso que não está sendo nada fácil recuperar a motivação, muito menos manter o foco, mas se eu realmente quiser fazer isso acontecer, preciso buscar o Reequilíbrio!

Quem acompanha esse site desde o início sabe que o intuito da Equilíbrio Assistência Virtual é ajudar as pessoas e empresas a equilibrarem seus negócios. Inicialmente eu tinha a intenção de atuar em várias áreas nas quais eu pudesse trabalhar de forma remota, mas depois resolvi focar mais em redação de textos e produção de conteúdo, pois gosto muito de escrever.

Devido à morte do meu pai e às outras adversidades que aconteceram no decorrer desse ano, perdi um pouco o foco e a motivação. Porém, no momento em que eu mais precisei, a empresa para a qual eu prestava serviços como Analista de Suporte me convidou para trabalhar com eles novamente. O melhor de tudo foi que eles aceitaram que eu trabalhasse em home office.

Tenho que admitir que voltar a trabalhar com suporte não fazia parte dos meus planos, mas se a empresa lembrou de mim para trabalhar com eles e aceitou minhas condições, por que não tentar? Além disso, aceitar essa proposta está me ajudando a equilibrar as finanças!

Para me adequar às novas mudanças, tive que deixar um pouco de lado a produção de conteúdo e focar mais nos chamados do suporte. Relembrei alguns treinamentos e comecei a atender os clientes remotamente. Na realidade, eu já fazia isso quando trabalhava fisicamente na empresa, mas só o fato de não ter o deslocamento no trânsito e poder fazer meus horários, já me deixa mais tranquila.

 

Analista de Suporte home office

Trabalhar como Analista de Suporte não é fácil, pois envolve relacionamento, empatia, dedicação, boa comunicação e paciência. Ainda mais quando a empresa para a qual prestamos serviço, é representante de outra empresa que é responsável pelo bom funcionamento do produto, no caso o software.

Falo do Grupo Repullo, empresa para a qual presto suporte sobre o sistema que ela comercializa, o Cigam. O que facilitou meu ingresso nessa área foi o fato de já ter sido cliente deles. De certa forma, eu tinha boa parte do conhecimento para entender como o sistema funciona e fui aprendendo aos poucos como ajudar os outros clientes.

Assim como toda e qualquer profissão, o Analista de Suporte precisa sempre se atualizar e nunca parar de aprender. Principalmente porque o sistema sofre atualizações constantes para se adequar tanto às mudanças legais, quanto às novas tecnologias.

Um exemplo de mudança tecnológica foi o fato do Cigam passar a funcionar na “nuvem”. Se isso não tivesse acontecido, eu não teria a chance de trabalhar da minha casa ou de qualquer lugar que tenha uma boa internet (como por exemplo na casa do meu cunhado,  por ser próxima do hospital em que meu pai fazia o tratamento contra o câncer).

A liberdade de trabalhar em home office proporciona Equilíbrio nas demais atividades! Pretendo equilibrar as duas áreas para voltar a trabalhar mais com produção de conteúdo, pois é algo que eu gosto mais de fazer!

 

Analista de Suporte e Especialista em Produção de Conteúdo

Paralelamente às atividades de Analista de Suporte, continuei produzindo alguns artigos pontuais para o site GreenMe, pois a colaboração entre nós é mútua. Nos momentos em que eu não estava me sentindo bem, não precisava produzir nada. Já quando eu me sentia melhor, avisava a redatora chefe e ela me passava alguns artigos para fazer.

A receita financeira como redatora ainda não é suficiente para que eu viva disso, mas por ser algo que eu gosto de fazer, acaba sendo uma atividade prazerosa. Mesmo assim, por conta do meu desequilíbrio emocional, tem dias que me sinto desmotivada para produzir, principalmente pelo fato de não gostar de publicar qualquer coisa.

Gosto de escrever, mas só tenho coragem de tornar público o que realmente faz sentido para mim. Esse também foi um dos motivos pelo qual eu parei de “alimentar” as redes sociais. Os algoritmos do Facebook, Instagram, LinkedIn, Google e afins, avisam a todo instante sobre a necessidade de postar alguma coisa.

Lógico que faz parte das técnicas de SEO ter uma constância na alimentação das redes sociais, bem como ter estratégia e organização para publicar artigos e postagens. O fato é que eu não concordo com isso e não sou obrigada a postar qualquer coisa só para alimentar os algoritmos!

Sim, isso vai contra a programação desses aplicativos, mas essa obrigação não faz parte dos meus objetivos pessoais e profissionais. Gosto de escrever quando tenho algo relevante para compartilhar e que condiz com meu estilo de viver e de pensar. Por isso que estou aqui em pleno sábado, escrevendo para meu próprio site…

Esse artigo pode até não ter muito sentido para alguns, mas creio que sempre tem alguém que se identifica com o que tenho para falar. Senti que precisava escrever sobre essa fase da minha vida e da Equilíbrio, pois além de ser uma forma de desabafar, ajuda a organizar as ideias!

Espero que tenha se identificado com algumas dessas palavras. Se surtiu algum efeito, curta esse post, compartilhe ou deixe seu comentário.

Sugestões também são muito bem-vindas! 😉

Equilíbrio x Dinheiro

Sua vida é equilibrada? Apesar do nome do site ser Equilíbrio Assistência Virtual, até mesmo a pessoa ou empresa mais equilibrada passa por momentos de desequilíbrio. Por isso, é muito importante estar sempre atento aos “pilares” das nossas vidas e dividir a atenção entre eles, com o intuito de equilibrar a energia que dispendemos para cada um desses segmentos.

No mês de Junho não consegui produzir um conteúdo próprio para o site, mas estive mergulhada em pesquisas e leituras, tanto para produzir conteúdos para minhas clientes, quanto para escolher sobre qual assunto estou mais familiarizada a falar aqui.

Eis que numa dessas leituras, me deparo com um artigo que fala justamente sobre Crescer na vida e ter sucesso com equilíbrio. Por este motivo, resolvi compartilhar aqui o artigo escrito por Leandro Avila. Para ler, clique nesse link e você será direcionado para o site original.

Os segmentos que Leandro cita no artigo, também estão no livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes, de Stephen R. Covey. Terminei a leitura desse livro recentemente, mas terei que ler várias outras vezes, pois o conteúdo é muito rico e precisa ser internalizado e praticado por toda a vida!

Quanto ao conteúdo desse site, assim como Leandro Avila explica no artigo:

“Sua vida é a sua obra ou sua sinfonia. Os músicos podem simbolizar as suas qualidades, conhecimentos, habilidades e valores internos que você poderá desenvolver com o tempo, treino e paciência. Também podem ser questões externas, relacionamentos e condições que precisamos desenvolver no ambiente. Quando existe o equilíbrio e o controle sobre cada segmento da vida, você consegue fazer com que todos eles se alinhem, realizando seus movimentos para realizar sua obra. O desequilíbrio em alguns segmentos da sua vida, será como músicos despreparados ou desafinados que produzem barulhos, ruídos e confusão durante as sinfonias da vida.”

Portanto, é preciso reger com maestria a orquestra da nossa vida para que tudo esteja em harmonia! Ou seja, assim que eu conseguir equilibrar a minha vida novamente, postarei um conteúdo próprio por aqui… Até! 😉

Autonomia Profissional e a Assistência Virtual

Apesar de estar em alta, o termo Autonomia Profissional é usado há bastante tempo em diferentes formas de trabalho, desde as convencionais até as mais atuais. Esse termo pode ser aplicado tanto para o profissional que trabalha em regime de subordinação, quanto para as novas modalidades de trabalho crescentes. Veja o porquê.

 

Autonomia Profissional e o Trabalho Convencional

No regime de subordinação, em que o profissional é obrigado a acatar as ordens de um superior, ter autonomia significa não depender de outras pessoas para tomar decisões que lhe cabem e resolver situações não tão graves. No entanto, isso não quer dizer que esse profissional não deva se reportar a um superior.

Já nas novas modalidades de trabalho, a autonomia profissional vai muito além de tomar sozinho suas próprias decisões, mas sim inspira as pessoas a buscarem as melhores soluções de maneira eficaz, sem precisar que alguém peça para fazê-lo. Para que isso funcione, é necessário que o profissional autônomo esteja em sintonia com as demandas que surgem, alinhando-as com suas afinidades.

 

O Profissional Autônomo

O profissional autônomo deve estar atento às necessidades das pessoas, sejam elas clientes ou não, bem como elaborar soluções e alternativas para que consiga ajudá-los.

Tudo isso deve acontecer em harmonia, sem que alguém o obrigue a fazer algo ou pressione para que o “serviço saia”. O que implica dizer que a Autonomia Profissional está diretamente ligada à liberdade criativa e às habilidades desse profissional.

Para alguns especialistas, a Autonomia Profissional é a ausência de controle externo, é ter autoridade para a realização de tarefas, seja individualmente ou em grupo, baseando-se em regras pré-definidas, colocando em prática as ferramentas aprendidas.

Nesse sentido, cabe ao profissional autônomo ou ao grupo no qual ele se encaixa, saber utilizar essas ferramentas com o intuito de desenvolver o trabalho de maneira eficaz, sem que seja necessário alguém dizer como deve ser feito. Em outras palavras, é o famoso: “Não importa como vai fazer, contanto que seja feito”.

 

Interdependência horizontal e ajuste mútuo

Aqui também cabe a questão da interdependência horizontal e de ajuste mútuo, citados várias vezes no livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes, de Stephen R. Covey.

Nesse livro o autor ensina com exemplos práticos e reais, como as pessoas conseguiram se autodesenvolver simplesmente tendo consciência dos seus valores, focando em seus objetivos e podendo trabalhar de maneira livre, levando o tempo que fosse necessário.

Em muitos exemplos citados no livro, as pessoas conseguiram atingir seus objetivos antes do previsto, só pelo fato de terem liberdade para tomar decisões. E o mais interessante: os melhores resultados foram obtidos em conjunto com pessoas que tinham os mesmos objetivos!

Esse é o método de trabalho que vemos em muitas empresas atualizadas com as novas modalidades profissionais. Elas encorajam seus colaboradores a tomarem iniciativas, a inovar, a trazer soluções que beneficiem não só às empresas, mas também aos próprios colaboradores, sem que haja um clima de competição entre eles.

Dessa forma, os colaboradores são incentivados a buscar soluções em conjunto. As empresas modernas e atualizadas valorizam amplamente o trabalho coletivo, pois elas sabem que em um ambiente colaborativo, existe maior cooperação entre os colaboradores e, consequentemente, diversos problemas de gestão e de relacionamento, são extintos.

Para que isso aconteça, é necessário que os profissionais envolvidos desenvolvam esse espírito de equipe, bem como sintam-se inspirados a participar de todas as atividades em conjunto. Essa pode não ser uma tarefa muito fácil, pois envolve personalidades diferentes, mas quando se tem um objetivo em comum, fica muito mais fácil conseguir a colaboração de todos.

 

Autonomia profissional e a Assistência Virtual

Quando comecei a escrever esse artigo, tinha em mente falar sobre a autonomia profissional relacionada apenas às novas modalidades de trabalho, assim como a Assistência Virtual. Porém, comecei a ler sobre o assunto e vi que tudo gira em torno do trabalho coletivo.

Por este motivo, tive que explicar o termo autonomia profissional ligado primeiramente às empresas convencionais, para depois falar da minha nova área de atuação.

No curso Como Ser Assistente Virtual, ouço muito sobre o tema Autonomia Profissional e cada vez que estudo sobre ele, mais quero aprender. Contudo, posso dizer que a Autonomia Profissional é um dos combustíveis da Assistência Virtual, pois além de criarmos o nosso próprio trabalho, temos a liberdade de escolher as melhores soluções para nossos clientes, com base nas ferramentas que aprendemos durante o curso. 

Tudo isso sem precisar que alguém nos controle o tempo todo ou exija como e quando devemos fazer o que deve ser feito. Ter autonomia profissional na minha área de atuação, me permite respeitar o meu ritmo, bem como aproveitar os momentos de criatividade. Sim, pois nem sempre estamos criativos…

E já que para o serviço ser eficaz, é preciso ter autonomia profissional, o que mais indico com base na minha pouca experiência empreendedora, é estar aberto para novos aprendizados e unir-se a pessoas com objetivos em comum. Dessa forma, ficará muito mais fácil desenvolver trabalhos de qualidade, bem como aprender com experiências alheias e compartilhar conhecimentos.

Eu como redatora, aprendo a cada dia com pesquisas, digitações e formatações de textos, artigos e posts para blogs e sites, mas sinto que posso ir além quando aprendo novas técnicas. Busco aperfeiçoar-me cada vez mais sem que ninguém me obrigue, mas sim vontade de aprender e por gostar muito do que faço hoje!

Por isso, desejo que mais pessoas consigam desenvolver sua autonomia profissional, a ponto de torná-las mais felizes e satisfeitas com seus trabalhos. Dessa forma, elas poderão contribuir não só para o desenvolvimento próprio, como também para o de outras pessoas!

Espero que tenha gostado desse artigo e se você chegou até aqui, comente o que achou do meu trabalho e no que posso melhorar. Sugestões de temas também são muito bem vindas!

Obrigada e até o próximo! 😉

Feliz Dia do Trabalho… Remoto!

Pela primeira vez estou comemorando o Dia do Trabalho de uma maneira diferente: com um Trabalho Remoto! Isso prova que, desde que o Dia do Trabalhador foi criado, muitos aspectos na forma de trabalhar mudaram e mudarão ainda mais! Leia mais

Assistência Virtual: Gestão do Tempo, Relevância e Prioridades

Quando decidi me tornar empreendedora e mergulhar na área da Assistência Virtual, não tinha ideia do quanto esses pontos seriam fundamentais para mim: Gestão do Tempo, Relevância e Prioridades.

No começo, quando tudo é novidade, fui tentada a querer abraçar o mundo e estar por dentro de tudo para dar conta do que a demanda, que até então eu não tinha, poderia precisar.

Conforme fui estudando e ganhando mais afinidade com o nicho que escolhi para trabalhar, percebi o quanto é importante se especializar no assunto para conseguir a excelência.

Além dos estudos, para ser uma excelente Assistente Virtual, independente da área de atuação, é muito importante saber gerir o próprio tempo, focar no que é relevante e definir as prioridades do dia.

Apesar de serem tópicos diferentes, eles estão interligados e tem algo em comum: o Tempo. Esse recurso é cada vez mais escasso na vida das pessoas, mas se bem administrado pode render muitos benefícios e é sobre isso que quero falar.

Assistência Virtual e a Gestão do Tempo

A principal vantagem de ser uma Assistente Virtual, é a flexibilidade de horários. No entanto, se não souber gerir o próprio tempo, isso pode se tornar uma verdadeira armadilha!

Logo que me tornei uma empreendedora e comecei a trabalhar em casa, me vi um pouco perdida no começo. Isso é normal, uma vez que sempre trabalhei em ambientes corporativos e tinha uma rotina de horários.

Graças à capacidade de adaptação do ser humano, essa tarefa foi “tirada de letra” após alguns meses de organização, testes e observação pessoal. Sim, pois precisei observar uma série de fatores em mim mesma para conseguir organizar o meu dia.

Por exemplo, no início, queria acordar sem despertador, pois meu corpo fica melhor durante o dia. Acordava naturalmente, fazia minha meditação, tomava café, treinava, tomava banho e depois começava a trabalhar.

Com o tempo, meu corpo começou a ficar “preguiçoso” e eu comecei a acordar cada vez mais tarde, sem contar quando acontecia algum imprevisto para resolver e “quebrava” esse ciclo. Ou seja, minha produtividade caiu bastante e logo fui obrigada a remanejar a minha rotina.

Ora, mas se eu escolhi trabalhar de forma remota com flexibilidade de horários, por que eu tenho que me preocupar com isso?

Resposta: porque nosso corpo é uma máquina e precisa de hábitos regulares para funcionar como um reloginho!

Se deixamos que ele faça o que quer, ficaremos sedentários e improdutivos. De acordo com especialistas, ele foi feito para poupar energia. Isso explica o fato de eu levantar da cama cada vez mais tarde quando resolvi acordar naturalmente, sem despertador.

Para resolver esse problema, ativei novamente o despertador, mas dessa vez para acordar às 7h. Afinal, me recuso a acordar no mesmo horário que eu acordava quando trabalhava no mundo corporativo (6h… rsrs). O restante da rotina, seguia como relatei mais acima.

Pouco tempo depois, comecei a perceber que acordar às 7h ainda não estava resolvendo o meu problema de gestão do tempo. Eu tinha a sensação de que muita coisa já tinha acontecido nessa 1 hora que eu “perdia” dormindo.

Não era nada disso… Na verdade descobri que meu corpo se acostumou a acordar às 6h da manhã, pois fiz isso quase a minha vida inteira! E realmente, acordando nesse horário, tudo flui melhor para mim e eu consigo organizar melhor o meu dia.

Outra adaptação que tive que fazer nesse quesito, foi com relação à organização das minhas atividades. Após alguns testes, percebi que o período em que estou mais produtiva é na parte da tarde. Isso porque de manhã tenho um “ritual” com a minha saúde física e mental, bem como com a casa.

No período da manhã preciso de um tempo para acordar, meditar, tomar café com calma, treinar, organizar a casa e me preparar para o trabalho. Salvo algumas exceções, acabo realizando alguma atividade na parte da manhã, por exemplo quando o site para o qual eu trabalho solicita algum artigo com urgência.

Quando não há nada urgente para fazer no período da manhã, começo o meu expediente no período da tarde e vou até quando eu achar necessário. Procuro não ultrapassar o término das 19h, mas também para isso há exceções. Como também houve exceções em finais de semana e feriados, quando precisei fazer “hora extra” para cumprir com os compromissos assumidos na época.

Conclusão

A Gestão de Tempo para mim funciona da seguinte forma:

  • Acordar às 6h da manhã todos os dias;
  • Ler e Meditar;
  • Verificar se chegou alguma solicitação urgente;
  • Apreciar o café da manhã (deixa o meu dia mais feliz);
  • Movimentar o corpo (recomendação médica);
  • Organizar a casa;
  • Tomar banho;
  • Almoçar;
  • Trabalhar;
  • Jantar;
  • Descansar (essa parte anda um pouco negligenciada, mas vou melhorar).

Claro que, devido à flexibilidade de horários que tenho, posso inverter a ordem de algumas atividades e não ter horário fixo para cada uma delas. Mas, para que tudo flua bem e dê tudo certinho, preciso seguir essa sequência.

Lembrando que isso funciona bem para mim, pode ser que para outras assistentes virtuais essa rotina não se encaixe. Por isso, vai de cada uma fazer a organização do seu dia, sem deixar de ouvir o próprio corpo. Afinal, é preciso ter equilíbrio para ter qualidade de vida!

Relevância e Prioridades

Por que mencionei esses dois aspectos no título deste artigo?

Apesar de serem palavras diferentes, elas estão relacionadas com o tempo que gastamos para elas. Vou dar um exemplo prático: Redes Sociais e Produção de Conteúdo.

Para divulgar os serviços de Assistência Virtual, é muito importante saber o que está acontecendo nas redes sociais e quais as formas de atrair clientes para o negócio. Porém, se não tomar cuidado, essa “pesquisa de mercado” pode facilmente se transformar em PROCRASTINAÇÃO!

Sim! Essa palavra horrorosa tem um significado que anda de mãos dadas com a preguiça: “deixar para depois, adiar, postergar…” e por aí vai…

Por isso, é preciso ter um autocontrole muito grande quando se trabalha com redes sociais. Sofri com isso no começo, pois precisava saber o que estava rolando nos feeds, bem como aprender a lidar com a “concorrência”. Essa é outra palavra feia e que não se aplica às minhas colegas assistentes virtuais, pois estou aprendendo que muitas delas são parceiras e não concorrentes.

Diante disso, concluí que para evitar a procrastinação é necessário PRIORIZAR e focar somente no que é RELEVANTE para o meu trabalho e para a minha vida. Afinal, o conteúdo exposto diariamente na web é muito amplo e diversificado. Ou seja, é humanamente impossível acompanhar tudo!

Daí vem a afirmação mencionada no início deste artigo sobre querer abraçar o mundo… É óbvio que isso também é impossível!

Para eu me tornar uma boa assistente virtual, estou aprendendo a priorizar informações relacionadas às atividades com as quais eu escolhi trabalhar: Redação de Textos e Produção de Conteúdo. Consequentemente, busco informações relevantes sobre esses assuntos e não mais sobre todas as áreas que envolvem o ramo da Assistência Virtual.

Esse é um ramo que cresce a cada dia, pois cada assistente cria o seu trabalho de acordo com as habilidades que domina.

Além da Redação de Textos e Produção de Conteúdo, tenho habilidade para desenvolver serviços administrativos e financeiros, pois trabalhei com isso durante a minha vida inteira. Porém, ainda não tive a oportunidade de desenvolver esse tipo de atividade de forma remota, pois não foquei em buscar clientes para prototipar (testar meus serviços).

Para prototipar serviços administrativos e financeiros, tenho que definir um nicho que pretendo atender. Por exemplo: microempresa, profissionais liberais, comércios da região, ou até mesmo pessoas físicas que estão abrindo seus próprios negócios (MEI).

Como passei os últimos meses organizando a minha rotina e praticando o autoconhecimento, não era prioridade para mim correr atrás de mais responsabilidades. Foquei as minhas energias na gestão do tempo e me especializei no que eu já gostava de fazer.

O próximo passo é conseguir mais clientes no nicho que eu já trabalho e, se for relevante, definir um nicho diferente para desenvolver as outras habilidades, antes que elas “atrofiem”.

Esse artigo foi mais reflexivo e pessoal, mas acredito que servirá de exemplo para muitas assistentes virtuais que estão chegando no ramo. Afinal, Gestão de Tempo e Autoconhecimento também são “disciplinas” do curso Como Ser Assistente Virtual, o qual está fazendo muito sucesso com quem deseja trabalhar de forma remota!

Obrigada por ter acompanhado até aqui! Fique a vontade para curtir, comentar e compartilhar com quem deseja entrar para essa área, ou com quem precisa de ajuda para equilibrar os negócios! 😉

Especialista em Produção de Conteúdo

O trabalho de um produtor de conteúdo vai muito além do que escrever com suas próprias palavras. Produzir conteúdo, principalmente para a internet, envolve muita pesquisa e estudos.

Aprendi isso ao longo dos últimos 6 anos, quando criei o meu primeiro blog. Nessa época, vi que era possível me expressar para o mundo fazendo uma das coisas que eu mais gosto de fazer: escrever!

No entanto, quando se pensa em trabalhar com produção de conteúdo, é necessário muito mais do que o gosto pela escrita. Como na maioria das profissões, para que um profissional seja mais reconhecido e valorizado, é necessário ter pelo menos uma certificação na área.

Por este motivo, já que eu vi na profissão de assistente virtual, um nicho com o qual eu pudesse fazer da escrita uma profissão, vi que precisava me especializar. Para isso, busquei alguns cursos na internet e o primeiro que fiz foi o de Produção de Conteúdo da Universidade Rock Content.

Certificado Especialista em Produção de Conteúdo

Apesar de estar trabalhando remuneradamente como redatora desde janeiro de 2018, só agora resolvi me especializar. Tomei essa atitude após terminar o curso Como Ser Assistente Virtual, da Camile Just.

Além disso, outro motivo muito importante me fez buscar por este curso: o interesse da própria Camile nos meus serviços!

Depois que publiquei o artigo sobre Assistência Virtual Tendências 2019, em que utilizei o vídeo da Camile como referência, recebi um contato dela dizendo que ela adorou o meu texto e solicitou um orçamento para eu escrever no blog dela!

Fiquei muito feliz com a notícia! Por isso, tratei logo de me especializar para que eu pudesse entregar conteúdos de qualidade. 😉

Semana passada, era para eu ter feito uma postagem para o site da minha empresa. Devido às minhas novas atribuições, mudei os planos e me dediquei a elas.

Hoje, com mais calma, estou conseguindo atualizar a página da minha empresa. Por isso, vou deixar aqui os links dos posts que publiquei no blog da Camile, como forma de gratidão e também como divulgação do meu trabalho. Espero que gostem! 😀

 

Posts para o Blog Como Ser Assistente Virtual

Vagas de emprego para assistente virtual

Quem contrata assistentes virtuais?

Assistente Virtual: 5 tendências em 2019

O post abaixo é o primeiro de uma série de depoimentos das alunas em comemoração aos 2 anos de curso:

“O curso Como Ser Assistente Virtual era tudo o que eu precisava”

Nos próximos dias, serão publicados os demais depoimentos. Caso queira acompanhar, acesse: Como Ser Assistente Virtual Blog.

Obrigada e até a próxima! 🙂

 

 

 

Assistência Virtual Tendências 2019

O tema Assistência Virtual no Brasil é relativamente novo, mas nos últimos anos vem se tornando cada vez mais presente, não só pelo avanço da tecnologia, como também pelas novas demandas e tendências que surgem a cada dia. Leia mais

A importância de uma Reserva de Emergência

Olá!

No último post falei um pouco sobre Equilíbrio e porque escolhi este nome para a minha empresa.

Agora quero falar de outro assunto muito importante que foi o combustível para que eu desse o pontapé inicial rumo à minha liberdade! 🙂

Por mais que eu tenha estudado Administração de Empresas e trabalhado com Financeiro durante boa parte da minha vida, o termo Reserva de Emergência nunca me foi apresentado de maneira tão clara como a Nathalia Arcuri explica.

Graças a ela pude aprender não só do que se trata, mas principalmente o quão importante e fundamental é a Reserva de Emergência, não só para a minha vida, mas também para a criação da minha empresa.

Assim como expliquei em minha apresentação e também no post sobre o que faz um Assistente Virtual, trabalhei no meio corporativo durante quase toda a minha vida, mas recentemente consegui mudar de carreira e isso só foi possível porque eu segui os conselhos da Nath (como gosta de ser chamada). Ou seja, fiz a minha Reserva de Emergência e parti para a minha liberdade!

Mas o que seria essa Reserva de Emergência?

Antes de explicar sobre o que é a Reserva de Emergência, vamos à um breve resumo de como conheci a Nathalia Arcuri:

Em 2016, estava eu indo trabalhar de carro quando ainda fazia o trajeto Guarulhos – São Paulo (e vice-versa) de carro todos os dias e, eis que ouvindo à 89 (A rádio rock!) começa um programa falando sobre Finanças só que de um jeito meio inusitado.

Me chamou a atenção a maneira como a moça falava, pois logo de cara me pareceu um pouco “grossa” com os participantes, mas logo notei que essa era uma característica dela e do programa. Apesar das grosserias, continuei ouvindo, pois além de engraçado, o conteúdo era muito interessante.

Passei a acompanhá-la todas às segundas-feiras que era o dia do programa da Nathalia Arcuri, afinal de contas tinha que ouvir de qualquer jeito, já que fazia parte da programação de uma das minhas rádios favoritas.

O nome do programa é Me Poupe 89 com Nathalia Arcuri e é derivado do próprio nome do blog Me Poupe! que gerou também o nome do canal dela no YouTube. Acompanhando o programa na rádio, conheci os outros canais e tratei de não só acompanhá-los, mas de fazer também um “NathFlix” como ela mesma diz.

Assisti todos os vídeos do canal, desde o primeiro publicado em 30 de junho de 2015, onde ela ensina a fazer escova no cabelo para economizar até R$ 3.600,00 no ano! 😀

Fiquei viciada no canal e sempre que ela postava um vídeo novo, eu já recebia a notificação no meu e-mail. Apesar de conhecer outros “youtubers” que falam sobre Finanças, a maneira “didática” com que Nathalia explica sobre o assunto me fez entender coisas que eu deveria ter aprendido durante toda a minha vida!

Com os ensinamentos da Nath, mudei vários hábitos que tinha adquirido até então:

  • Parei de pagar estacionamento, pois eu já pagava seguro do carro (isso ela explica no blog, no canal e no livro do qual falarei mais adiante);
  • Abri uma conta em uma corretora de valores para começar a investir;
  • Fiz meu primeiro investimento no Tesouro Direto;
  • Posteriormente vendi o carro para sair do financiamento e aluguei uma kitnet próxima ao local de trabalho para economizar e melhorar minha qualidade de vida.

Enfim, apesar de estar numa fase da vida em que eu havia aprendido muito com minhas próprias experiências, descobri que ainda tinha muito a aprender e isso me fez querer mais!

Com todas essas mudanças que aconteceram desde que conheci a Nathalia Arcuri, meu namorado Bruno e meus pais também começaram a perceber as mudanças e passaram a se interessar por elas.

Meu namorado principalmente, passou a ver ainda mais os resultados do Controle Financeiro que eu estava fazendo nas finanças dele. Graças ao que aprendemos juntos, hoje ele também é um investidor! 😉

Em agradecimento a toda a ajuda que dei para ele se recuperar financeiramente, Bruno e sua filha Isabelli (Tchuka) me deram de presente o livro que a Nathalia Arcuri publicou em 2018:

10 passos para nunca mais faltar dinheiro no seu bolso

 

 

Neste livro Nathalia conta toda a sua trajetória de vida, desde quando começou a poupar AOS 7 ANOS para comprar seu próprio carro aos 18, até como conseguiu comprar seu apartamento a vista aos 23 anos e o que a fez largar o emprego de repórter na Record, onde recebia pouco mais de R$ 10 mil por mês para seguir a sua grande missão:

“…fazer as pessoas enxergarem que o abismo que as separa de uma relação mais saudável com o dinheiro são os próprios comportamentos e as pequenas decisões do dia a dia”.

Além de contar em detalhes sobre sua própria história, Nathalia intercalou em cada capítulo dicas e ferramentas que aprendeu nos cursos que fez sobre Planejamento Financeiro Pessoal e Psicologia Econômica dentre outros. Fora as dicas e ferramentas, alguns capítulos contêm exercícios práticos para fazermos como forma de fixação e conscientização (com alguns puxões de orelha, é claro). 😀

E claro que no livro também não poderia faltar um capítulo inteirinho só sobre Reserva de Emergência, no qual ela explica o seguinte (página 131):

“A reserva de emergência é como uma caixa de primeiros socorros. Você tem, sabe onde está e torce para nunca precisar usar. Mas, se não houver outro jeito… você pode recorrer a ela”.

Foi esse conceito que aprendi quando conheci o canal dela e também com outros especialistas como o próprio “guru” de Nathalia Arcuri, Gustavo Cerbasi, que também ensina muito sobre Finanças, mas de uma maneira digamos assim, mais formal (rsrs).

Quando passei a entender a importância da Reserva de Emergência, coloquei isso como meta e passei a investir boa parte do que eu recebia como Analista de Atendimento para alcançá-la.

Assim que atingi a minha meta, me preparei para uma mudança de carreira,  fazendo cursos e planejamentos. No entanto, foi graças à minha Reserva de Emergência que criei coragem para sair do comodismo e lutar pela minha liberdade, pois ela me deu segurança para seguir em frente!

“Acredito que uma boa reserva de emergência deva ser capaz de manter o seu padrão atual de gastos durante pelo menos seis meses. Ou seja, se o seu gasto mensal é de 4 mil reais, você, teoricamente, deveria ter 24 mil reais intocáveis, separados para o caso (toc, toc, toc) de subitamente deixar de ter renda ou outra necessidade, digamos assim, de força maior. Tirando situações extremas, a sua reserva de emergência precisa ser in-to-cá-vel”.

Apesar ser algo que deva ficar intocável, a Reserva de Emergência é o que está me ajudando nesse início de carreira, mas tenho plena consciência de que agora preciso repôr o que precisei usar e fazer também a Reserva de Emergência da minha empresa. Afinal de contas, são situações bem diferentes!

Bom, vou ficando por aqui com esse relato, mas em breve voltarei com mais conteúdos que possam ser úteis para vocês! 😉

Abraços e até a próxima!

 

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Busque o Equilíbrio

Olá!

Você gosta do que faz? É feliz com seu trabalho? Tem consciência das atividades que exerce diariamente, ou faz tudo no automático? Como está sua saúde física, mental e espiritual? 

Parece papo de coach, mas na realidade tem a ver com o título deste post e com o motivo de eu ter escolhido o nome da minha empresa Equilíbrio Assistência Virtual. Acompanhe o conteúdo para conhecer! Leia mais

O que faz um(a)Assistente Virtual?

Sabe aquela pessoa que emite notas, atende o telefone, organiza as agendas, faz pagamentos e recebimentos, atualiza o fluxo de caixa da empresa, faz controle financeiro, entra em contato com clientes e fornecedores, organiza eventos e em alguns casos até serve cafezinho?!

Pois é, tirando a parte do cafezinho, o(a) Assistente Virtual faz exatamente a mesma coisa, porém de forma remota, online, utilizando seu próprio computador e internet de qualquer lugar, seja de sua própria casa, de um Café ou até mesmo de um Coworking (espaço de trabalho compartilhado).

E por que escolhi ser uma Assistente Virtual?

A resposta é bem simples: Escolhi ser Assistente Virtual porque sempre trabalhei nessa área, só não existia ainda a modalidade “virtual”, era tudo presencial. Eu acordava cedo, me deslocava até a empresa, trabalhava o dia todo e depois voltava para casa ou ia para a faculdade. Agora, posso fazer tudo o que eu fazia antes no trabalho, porém sem sair de casa! Não perco mais tempo no trânsito, não perco mais tempo de vida, faço meus horários e tenho mais qualidade de vida!

Como descobri a modalidade Assistente Virtual?

Essa resposta precisa ser um pouco mais detalhada…

Em 2013, quando eu trabalhava como Assistente Financeiro em uma metalúrgica, concluí minha graduação em Administração de Empresas e conversei com meu chefe para verificar quais eram as possibilidades de crescimento dentro da empresa. Como ela era relativamente pequena, não havia mais para onde eu crescer dentro dela.

Aproveitei a oportunidade para investir ainda mais no meu crescimento. Decidi que iria fazer um intercâmbio no Canadá e, no início de 2014, comuniquei a minha decisão à empresa e acertamos a minha saída. Em agosto desse mesmo ano, embarquei para uma experiência incrível de 6 meses de Intercâmbio (trabalho e estudo) no Canadá, na companhia da minha irmã.

Após esse período, em Fevereiro de 2015, voltei para o Brasil e comecei a procurar por recolocação no mercado de trabalho. Após algumas entrevistas e indicações, consegui uma vaga de Analista de Atendimento na empresa do software ERP com o qual eu trabalhava antes.

Consegui esta ocupação pelo fato de estar familiarizada com o sistema e pela experiência que tenho com Financeiro, Faturamento e demais rotinas administrativas. No entanto, embora o local de trabalho fosse muito bom e a empresa cumprisse direitinho com suas obrigações, eu ainda sentia que faltava algo.

Em 2016, cheguei a pensar em procurar um novo emprego, no entanto não me agradava o fato de ter que passar por todo o processo de seleção, contratação, adaptação e tudo mais que envolve uma contratação formal (CLT). Naquela época eu pensava em colocar em prática o que eu já sabia, porém de uma forma mais liberal, até mesmo porque eu já trabalhava como Pessoa Jurídica (PJ) na ocupação de analista.

Foi aí que comecei a pesquisar sobre o mercado de Freelancers e vi que havia bastante demanda para redatores e produtores de conteúdo. Paralelamente a isso, eu estava numa época de ler muito sobre assuntos relacionados a saúde (pelo fato de tratar de uma Tireoidite de Hashimoto) e sustentabilidade, dentre outros que também são do meu interesse (finanças, investimentos e viagens).

Até que cheguei no site GreenMe e, após ler a matéria sobre o assunto que estava buscando na época (ágar-ágar), me interessei pelos outros conteúdos do site e resolvi fuçar mais um pouquinho, até que encontrei a sessão “Redação” e o botão “Trabalhe conosco”. Nesse momento pensei: “será que posso colaborar para esse site como redatora?”

Não tive dúvidas! Cliquei no botão “Trabalhe conosco” e cumpri todos os requisitos solicitados para conseguir a vaga. E foi assim que, em janeiro de 2018, consegui meu primeiro trabalho como Freelancer (online), no qual estou até hoje.

Ok, mas e como surgiu então o assunto Assistente Virtual?

Conciliei a ocupação de Analista de Atendimento com a de redatora, mas continuei a procurar sobre novas formas de conseguir renda extra e trabalhos alternativos. Há um bom tempo, sigo alguns sites e canais sobre Finanças, Investimentos, Empreendedorismo e Viagens no YouTube.

Certa vez, “caí” no canal de uma moça que falava sobre trabalhos online e um deles era o de Assistente Virtual, indicando o curso Como ser assistente virtual. Tratei logo de saber o que era e, quando abri o site e comecei a ler as explicações, pensei: “Não acredito! A profissão que eu imaginava já existe!”

Fiquei muito feliz e ao mesmo triste por não ter “fuçado” nisso antes… Mas tudo bem! Depois desse dia, tudo fez sentido para mim! A profissão que eu precisava estava ali, a um curso de distância!

Peguei todas as informações, valores, formas de pagamento… enfim, tudo o que era necessário para iniciar o curso e comecei as aulas online em setembro de 2018. O curso é composto por 4 módulos onde a professora, Camile Just, ensina através de vídeos online e encontros ao vivo uma vez por semana, todas as ferramentas importantes para ser um(a) Assistente Virtual.

O curso é bem completo e não se limita apenas às aulas gravadas por ela. Na plataforma da Hotmart existe a área de membros onde, além dos 4 módulos, também podemos contar com gravações de encontros online, webnários com profissionais experientes, dicas de melhores práticas e muito mais.

O curso tem duração de 1 ano, mas eu o concluí em 4 meses. Mesmo assim tenho acesso durante 1 ano para participar dos encontros online, rever as aulas, tirar dúvidas e participar de grupos e eventos.

Esse curso foi um divisor de águas para mim e é por isso que estou aqui hoje, alimentando o site da minha própria empresa que me possibilitou sair de uma ocupação da qual eu não era totalmente feliz para esta que estou hoje, trabalhando da minha própria casa, fazendo meus horários e entregando serviços de muito mais qualidade!

Bom, por enquanto vou ficando por aqui, mas aos poucos vou contando mais sobre a minha experiência como Assistente Virtual e Redatora Freelancer.

Se precisar ou souber de alguém que precisa contratar uma Assistente Virtual, entre em contato pelo e-mail contato@equilibrioassistenciavirtual.com ou pelas redes sociais no topo da página. Nos próximos posts falarei mais sobre os meus serviços!

Obrigada por acompanhar e até breve!

Óleo nas praias de Pernambuco e Alagoas

Volta a aparecer óleo em praias nordestinas de origem ainda desconhecida, mas acredita-se que o material tenha a ver com vestígios do derramamento de 2019.

Veja no artigo que fiz para o site GreenMe: Óleo nas praias de Pernambuco e Alagoas. Mistério! É novo ou seria aquele antigo?

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Mito do corpo ideal

Quando você pensa em uma bailarina, o que te vem na cabeça? Quem foi que disse que para ser bailarina tem que ser magrinha?

Veja no artigo que fiz para o site GreenMe: Mito do corpo ideal: mire-se nesses exemplos e quebre suas crenças!

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Compulsão alimentar ou fome emocional?

Você sabe a diferença entre compulsão alimentar e fome emocional? Embora pareçam a mesma coisa, são patologias diferentes.

Veja no artigo que fiz para o site GreenMe: Compulsão alimentar ou fome emocional? Reveja a sua relação com a comida

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Festival de Yulin não acabou

O Festival de Yulin, conhecido pelo comércio de carne de cachorro, continua acontecendo e os cães continuam sendo comercializados no mercado negro.

Veja no artigo que fiz para o site GreenMe: Festival de Yulin não acabou e o comércio de carne de cães continua na China

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Macaco alcoólatra na Índia

Não, não é ficção ou piada. Kalua é um macaco da Índia que foi condenado a viver para sempre no zoológico, pois virou alcoólatra e atacava as pessoas.

Veja no artigo que fiz para o site GreenMe: Aconteceu na Índia: macaco alcoólatra condenado a prisão por ter se tornado violento

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Carne de cachorro: ativistas resgatam filhotes que seriam vendidos na China

Os comerciantes alegaram que precisavam compensar a falta de vendas de janeiro a março, causada pelo coronavírus. Animais estavam prestes a serem abatidos.

Veja no artigo que fiz para o site GreenMe: Ativistas chineses resgatam filhotes de cães que seriam vendidos no Festival de Yulin

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O mundo é muito mais colorido aos olhos de um beija-flor…

Parece até poesia, mas é a constatação de uma série de experimentos científicos minuciosos, feitos com beija-flores selvagens.

Veja no artigo que fiz para o site GreenMe: O mundo é muito mais colorido aos olhos de um beija-flor. Ele vê cores que você nem imagina

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