Welcome to the Jungle!

Olá! Para quem ainda não me conhece, meu nome é Eliane, mas podem me chamar de Eli. Criei esse site para divulgar meus trabalhos como redatora e também para ganhar alguns trocados com a monetização gerada através de anúncios.

Confesso que essa última tática não está dando muito certo, mas sou ciente de que o retorno desse trabalho demanda muito tempo e dedicação. Qualidade essa que esteve um pouco ausente ultimamente, por motivos de saúde, psicológico, profissional e espiritual.

Apesar de toda essa turbulência, continuo consumindo alguns conteúdos e trago aqui apenas os que me inspiram, gerando um novo conteúdo, porém incluindo a minha interpretação. Nesses casos, divulgo como Redação de Artigo ou Produção de Conteúdo, pois além da minha interpretação, teve o trabalho de digitação, criação de imagem, links para outros assuntos, etc.

Hoje resolvi compartilhar o conteúdo de um vídeo que assisti no canal do Rick Chesther que, para quem não sabe, é um visionário que cutucou a ferida de muitas pessoas com “o vídeo da água”.

Além de ficar famoso e ser ouvido por muita gente importante, várias portas foram abertas para Rick. Mas, apesar de todo o sucesso, existe uma história de luta por trás e é isso o que ele conta em seu canal. Uma dessas histórias é sobre como agimos profissionalmente quando começamos a empreender.

Welcome to the Jungle!

No vídeo “SEJA BEM VINDO À SELVA”, Rick puxa a orelha de muita gente que olha apenas para o próprio umbigo e se faz de vítima porque seu trabalho não é valorizado.

Rick usa como exemplo aquela pessoa que começa a empreender, seja abrindo uma barbearia ou trabalhando como manicure e não tem o apoio daqueles que se dizem próximos ou que são da família.

Segundo Rick, situações como essa oferecem uma série de aprendizados e o principal deles é o “Proceder”.

Como você se comporta perante o outro?

Para exemplificar, ele cita aquela pessoa que abriu uma barbearia e divulgou seus serviços no grupo de Whatsapp.

Qual a sua reação ao receber uma mensagem como essa? Você vai até a barbearia do amigo para prestigiar e indicar o trabalho dele, ou simplesmente ignora?

De acordo com o Rick, o proceder ocorre quando somos um pelo outro e é assim que a Selva funciona. Se na situação citada acima você não comparece no negócio do outro, não reclame se um dia você abrir um negócio e essa pessoa não aparecer também.

“Como eu me comporto perante o outro diz muito o quanto eu posso cobrar do outro!”

Você se incomoda com o sucesso alheio?

Outra situação muito comum no empreendedorismo é que existem pessoas que se incomodam com o sucesso alheio. Sobre isso, Rick explica o seguinte: o sucesso incomoda em vários níveis.

O servente de pedreiro, por exemplo, incomoda os que conviveram com ele pelo simples fato de não terem um trabalho ou por não serem como ele.

“O vendedor ambulante incomoda uma galera que cresceu no bairro dele, mas não teve coragem de meter uma caixa de isopor nas costas e vender água na praia.”

Siga firme na sua Selva!

O seu sucesso sempre vai incomodar alguém e está tudo certo!

Não adianta se revoltar, pois isso só vai te desconcentrar e vai fazer com que você caia na pilha dos que são contra.

Siga firme na sua Selva!

O número de pessoas que você conhece é irrisório perto da quantidade de pessoas que existem no mundo. Não gaste a sua energia tentando mostrar para os outros o que você faz ou deixa de fazer, mas sim faça o que você tem que fazer porque você gosta e precisa!

Crie novos relacionamentos, aproveite seu tempo para divulgar seu serviço, seja nas redes sociais, pessoalmente ou em grupos. Procure fazer bem o que você escolheu fazer.

Deus é justo!

Como lembra Rick no final do vídeo, avalie o seu proceder para saber se você foi justo com os outros e Deus será justo com você!

Não caia na pilha daqueles que se revoltam quando você oferece seus serviços. Crie novos relacionamentos e não se limite somente ao número de pessoas que você conhece.

“O que estiver reservado para você, é seu… É ruim que você seja recolhido antes que a promessa chegue até a sua mão!”

Nem todo mundo quer o mesmo que você!

Para finalizar o vídeo, Rick também cita aquelas pessoas que nem deixam você oferecer seus serviços e já despacham com grosseria. Nesses casos, o melhor a fazer é se acalmar e seguir o seu rumo.

Ao criar novos relacionamentos, você vai conhecer pessoas novas e certamente vai encontrar aquelas que tem interesses em comum com você.

Seja bem-vindo à selva!

Gostou desse conteúdo? Deixe seu “curtir” abaixo ou seu comentário para que eu possa saber!

Obrigada e até a próxima! 😉

O Poder da Presença por Vania Ferrari e Anna Nogueira

Você já deve ter assistido alguma apresentação ou palestra em que o locutor não transmitiu segurança naquilo que falava. Ou mesmo você já deve ter passado por alguma situação na qual precisou se expressar, mas sua insegurança fez com que o seu corpo demonstrasse o oposto do que precisava dizer.

O Poder da Presença

Essas e outras situações são explicadas no livro O Poder da Presença de Amy Cuddy e no vídeo das palestrantes Vania Ferrari e Anna Nogueira do canal Pensamentos Transformadores, onde elas dão dicas para alinhar o que queremos dizer com o que corpo está transmitindo.

“A presença advém de acreditar e confiar em si, nos seus sentimentos, valores e habilidades reais e genuínas”, Amy Cuddy

Devemos nos concentrar menos na impressão que passamos aos outros e mais na impressão que passamos a nós mesmos. Uma pessoa carrega ferramentas e não armas, por isso é importante estarmos preparados para as ocasiões em que precisamos usá-las.

A presença nos prepara para situações desafiadoras, seja uma apresentação para um grande auditório, uma entrevista de emprego, ou o próprio dia-a-dia com familiares e líderes.

Os humores bem equilibrados curam problemas de saúde

No artigo anterior, falei sobre a questão da Distimia que nada mais é do que uma doença caracterizada pelo mau humor constante, entre outros fatores.

O nosso estado de espírito diz como o corpo deve se comportar e é por isso que a autora do livro O Poder da Presença afirma que deve existir uma sintonia entre o pensamento, o sentimento e o potencial de expressão.

Durante uma fala, é necessário que haja harmonia entre a postura, o tom de voz e os gestos do locutor, para que seja transmitida confiança aos ouvintes. Contudo, a confiança não pode ser forjada, pois do contrário o que ouve perceberá que algo soa falso naquele que fala. Quando isso ocorre, a chance de descrença e a perda de credibilidade são grandes.

Segundo Amy Cuddy, “o corpo e o cérebro fazem parte de um único sistema integrado complexo e belo. Experiências corporais, causam emoções, logo, podemos simular uma emoção até senti-la”.

Como ter presença?

O modo como conduzimos o corpo, a expressão facial, a postura e a respiração, afeta a forma como pensamos, sentimos e nos comportamos.

A presença é adquirida através do autoconhecimento. Precisamos entender nossas relações, nossos medos, emoções e saber lidar com elas. Quanto mais autoconhecimento, maior a chance de ter presença e de expressá-la.

A autora Amy Cuddy sugere um teste com 4 pontos a serem observados:

  1. Escreva três palavras que te descrevem.
  2. O que você tem de singular, que te leva ao sucesso?
  3. Cite um momento em que você se sentiu mais natural ou certo(a).
  4. Quais são os seus pontos fortes e como você os usa?

As respostas são pessoais e servem apenas para que cada um reflita sobre si e desenvolva o autoconhecimento.

Este é um exercício que deve ser feito várias vezes para buscar o tão esperado alinhamento, pois quanto mais claras as respostas ficarem, maior a chance de conseguir ter presença e segurança ao se expressar.

A partir desse autoconhecimento, devemos corrigir os pontos fracos e ter consciência do que nos fez fortes. Por exemplo: uma entrevista de emprego na qual você se sentiu tranquilo(a), seguro(a) e confortável.

Relembre o momento e procure aprender com ele: a preparação, a postura, a roupa, a respiração… Como você estava e como se sentia? Ao descobrir todos esses pontos, poderá munir-se deles em outras situações que precisar.

O que nossa postura quer dizer?

Segundo a autora do livro, as pessoas fazem os mesmos gestos, independente da cultura. Por exemplo: ao vencer uma corrida, a maioria dos atletas levantam os dois braços ao cruzar a linha de chegada. Esse gesto indica para o cérebro que a pessoa terá ou teve uma vitória.

Sendo assim, fazer esse gesto antes de alguma situação difícil, mesmo que não esteja participando de uma competição ou que ainda não tenha vencido, funciona como um ritual para alcançar a vitória. Ou seja, levantar os dois braços em “V”, passa uma mensagem positiva para o cérebro e nos leva a agir.

Uma outra posição bastante conhecida por transmitir segurança e confiança, é a “Pose da Mulher Maravilha”, que consiste em colocar as mãos na cintura e estufar o peito.

Ou mesmo a posição da “cobra” na Yoga. Segundo Amy Cuddy, essa posição aumenta o hormônio da confiança e reduz o hormônio da ansiedade, fazendo com que se tenha melhores resultados em determinadas situações.

Uma outra posição bem conhecida e que pode ser observada em reuniões gerenciais é a das mãos com as pontas dos dedos unidas. Esse gesto indica que estamos em sintonia com o conteúdo e demonstra que temos o domínio do assunto.

E por fim, a autora também cita uma prática para estimular alegria, que é a do sorriso falso. Escrevi recentemente sobre esse assunto para o site GreenMe.com.br. Consiste em um estudo que comprova a eficácia de colocar uma caneta entre os dentes, forçando um sorriso. Esse gesto estimula os músculos faciais, emitindo sinais de alegria e bem-estar no cérebro.

Além dessas dicas, outra muito eficiente para qualquer situação é o controle da respiração. Não é a toa que a meditação é tão recomendada para aprendermos a ter Controle e Equilíbrio Emocional. Veja a explicação desse benefício no artigo Meditação faz bem? O que diz a Neurociência?.

Presença, confiança e influência

Presença gera confiança que, por sua vez, ajuda a influenciar as pessoas. As palestrantes Vania Ferrari e Anna Nogueira do canal Pensamentos Transformadores, usam exemplos de liderança. Nesse caso, quando o líder é presente, ou seja, tem confiança e alinhamento dos sentimentos, expressões e fala, ele consegue fazer com que a equipe de fato trabalhe em conjunto.

Além disso, as pessoas mais presentes são mais abertas a críticas e não ficam se defendendo o tempo todo. Pegando novamente o líder presente como exemplo, a equipe dele tem total liberdade para apontar algum erro que ele tenha feito, sem que ele reaja ou receba mal determinada crítica/comentário. A reação violenta de um líder, pode estar relacionada com a falta de presença.

Você prefere ser guiado ou se guiar?

Quando temos conhecimento do nosso corpo e da nossa mente, passamos a operar de forma ativa e entendemos como funcionamos e como reagimos diante das situações.

Para reforçar esse conceito, é importante refletir os seguintes passos:

  1. Conheça seus valores;
  2. Desenvolva autoconfiança;
  3. Sinta segurança;
  4. Esteja aberto(a) para ouvir, aprender e melhorar;
  5. Torne-se uma pessoa mais apta para resolver problemas complexos;
  6. Exercite a sua capacidade de estar presente.

Uma coisa de cada vez!

Dados estatísticos citados por Vania dizem que “estamos 47% do tempo fazendo uma coisa e pensando em outra”. Esse é mais um indicativo de que devemos prestar atenção no momento presente.

Que tal começar usando menos o celular e olhando mais nos olhos? Certamente, conseguiremos ter mais presença dessa maneira!


Gostou desse conteúdo? Deixe seu curtir e seu comentário logo abaixo e se tiver interesse em ler mais sobre esse e outros assuntos, escolha entre as sugestões abaixo:

Inventário de Emoções: Por que é importante fazer?

Dicas para cultivar o Equilíbrio Emocional

Educação e equilíbrio emocional segundo a neurociência (Transcrição)

Mau humor pode ser doença

Sabe aquela pessoa que está sempre mal-humorada? Talvez ela esteja doente, entenda o porquê.

Antes de mais nada, preciso avisar que não sou psicóloga e nem trabalho na área, mas me interesso muito por assuntos relacionados a comportamentos e compartilho alguns deles por aqui.

De acordo com o psiquiatra Daniel Martins de Barros, quando o mau humor dura muito tempo, pode ser sinal de que algo não vai bem. Se esse for o caso, trata-se de uma doença chamada Distimia ou Transtorno Depressivo Persistente.

Diferença entre Distimia e Depressão

A depressão comum dura em média dois anos, já a distimia persiste por muito mais tempo. A distimia também é diferente da depressão recorrente, que é quando as crises voltam depois de algum tempo. Na distimia, o indivíduo fica o tempo todo ruim e os sintomas também mudam.

A depressão comum tem como características principais a tristeza, a melancolia e a anedonia, que é a falta de prazer, de interesse e de vontade de fazer as coisas. Normalmente, essas características são acompanhadas por sintomas como: alteração de sono, de apetite e falta de energia, entre outros.

No transtorno depressivo persistente (distimia), a pessoa não tem os sintomas principais da depressão (tristeza e anedonia) e isso faz com que ela não perceba que está doente. Ela até consegue sair e tem prazer em fazer as coisas, mas fica sem energia, tem alterações de sono e apetite, fica mais negativa, pessimista e mal-humorada.

Consequentemente, ela é julgada de forma errada, pois acredita-se que esses sintomas são características fixas do comportamento dela. Algumas pessoas até são mal-humoradas de fato, no entanto, por se tratar de uma doença relativamente nova, quase ninguém sabe que “mau humor” constante pode ser uma Distimia.

A mudança de comportamento pode acontecer muito cedo, na adolescência para a fase adulta por exemplo, e instala-se gradualmente, de uma forma insidiosa. Ou seja, é bem naquela fase em que os jovens estão mudando e definindo seu estilo.

Se a pessoa fica doente nessa fase, todo mundo acha que é uma mudança normal da adolescência, mas segundo o psiquiatra Daniel Martins de Barros, ela acaba se tornando um adulto com depressão crônica.

Trata-se de um transtorno e não um simples “rótulo”

O problema é que quando essa pessoa chega aos 30, 40 ou 50 anos, ela vai achar que sempre foi assim e que esse comportamento é normal, mas ao investigar sua infância, percebe-se que ela não era desse jeito. O mau humor que a acompanhou durante toda a vida, na verdade é uma doença que se instalou de maneira gradual.

Por incrível que pareça, a melhor saída para essa pessoa é ter de fato uma crise de depressão crônica, com sentimentos de tristeza e melancolia, pois dessa forma ela percebe que está doente e procura ajuda. Quando isso acontece, é muito comum fazer o tratamento e relatar melhoras que fazem o paciente se sentir muito melhor do que antes.

Muitas pessoas podem se identificar com esses sintomas, por isso resolvi compartilhar esse conteúdo. Se você acha que pode ajudar alguém, compartilhe esse artigo e oriente para que busque apoio profissional!

Habilidades do Profissional de Sucesso

O mercado de trabalho está em constante transformação. As habilidades que faziam um profissional ter sucesso há 20 anos, não são as mesmas que o farão ter sucesso agora. Por isso, é importante manter-se atualizado e desenvolver habilidades que condizem com o cenário atual.

Habilidades do profissional de sucesso

Antes de listarmos as habilidades exigidas pelo mercado de trabalho atualmente, vamos entender o que são Hard Skills e Soft Skills.

Hard Skills são as habilidades aprendidas na faculdade, ou seja, é o conhecimento técnico para exercer determinada função. Já as Soft Skills são as habilidades emocionais, psicológicas e comportamentais, as quais são tão ou mais importantes do que as habilidades técnicas hoje em dia.

As principais habilidades comportamentais para se obter o sucesso profissional são:

  • Pensamento crítico e análise – Diante de um problema ou situação difícil, o profissional com capacidade analítica entende o que está acontecendo, formula um planejamento rápido e toma ações sabendo exatamente quais passos precisa seguir.
  • Adaptabilidade e tolerância ao estresse – Qualquer negócio ou profissão precisa se encaixar ao que acontece no mundo. O profissional mais bem preparado é aquele que consegue se adaptar às constantes mudanças, tolerando o estresse que essas situações demandam.
  • Liderança e influência social – Trata-se da habilidade de influenciar as pessoas com as quais trabalha e convive, independente da função que exerça. Muitas pessoas ainda têm aquela crença de que líder é a mesma coisa chefe, mas não é verdade. Chefe é uma figura que não existe mais, pois as organizações buscam líderes que desenvolvem pessoas para que elas possam trabalhar em equipe.
  • Inovação e criatividade – Essas duas palavras resumem a habilidade de transformar procedimentos engessados em ideias criativas para melhorar os processos. Para isso, a organização precisa estar aberta a receber positivamente esse tipo de profissional.
  • Aprendizado contínuo – Foi-se o tempo em que apenas uma graduação ou especialização eram garantias de um salário melhor. Hoje, antes mesmo de ter o currículo avaliado pelos cursos que fez, o profissional que procura desenvolver constantemente suas Soft Skills será melhor visto no mercado de trabalho.
  • Inteligência Emocional – Esse é um tema cada vez mais estudado e valorizado por empresas e pessoas, pois reflete a capacidade de lidarmos com todo tipo de problema e situações estressantes. Aqui no site tem vários artigos que falam sobre Equilíbrio Emocional, retirados da opinião de psicólogos e especialistas.
  • Conhecimento tecnológico – A tecnologia está presente na vida de todos e hoje em dia não é mais possível viver sem ela. Por isso, o profissional de sucesso precisa entender como ela funciona: redes sociais, aplicativos, sites de busca, bancos digitais e demais facilidades que a tecnologia proporciona.

Concluindo, o profissional que conseguir desenvolver todas essas habilidades vai se destacar e estará mais bem preparado para melhores oportunidades e, consequentemente, melhores ganhos.

O conteúdo desse artigo foi retirado do Canal Me Poupe da Nathalia Arcuri.

Quem também fala sobre esse assunto são as palestrantes Vânia Ferrari e Anna Nogueira do Canal Pensamentos Transformadores, clique no link para saber mais!

Meditação faz bem? O que diz a Neurociência?

De acordo com a neurocientista Claudia Feitosa-Santana, a meditação faz bem e é extremamente necessária para a vida conturbada que temos. No entanto, é necessário ter disciplina e algumas pessoas só podem praticá-la com o acompanhamento de um especialista. Veja o motivo na transcrição a seguir. Leia mais

Fuja dos padrões por Bruna Lombardi (Transcrição)

Às vezes você se sente deslocado, não pertencendo, não fazendo parte de nenhuma tribo, só porque você se sente fora do padrão?

Quer saber? Invente os seus próprios padrões!

É hora de se libertar de comportamentos que não te traduzem…

Condutas que não são suas…

De tentar se encaixar onde você não se sente bem…

Tentar caber num sapato que não é seu número…

Pra quê? Para ser aceito?

Você só vai ser aceito quando VOCÊ se aceitar.

E você não precisa aceitar rótulos e etiquetas que te foram impostos e que nem combinam com você.

Você pode ser o que você é, do jeito que você é… DO SEU JEITO E PRONTO!

Ser do seu jeito e não se preocupar com o que os outros pensam.

Ninguém vai escolher o que é o seu ideal e nem como você deve ser ou agir.

Só você mesmo que vai descobrir!

Esse é o seu caminho: DESCOBRIR QUEM VOCÊ É!

Pode não ser fácil, mas eu garanto que é muito interessante.

E você vai se libertar de tudo o que os outros querem que você seja para ser exatamente o que você quer ser.

Porque o seu verdadeiro padrão, é ser FELIZ!

* * * * *

Transcrição rapidinha que fiz sobre esse vídeo maravilhoso da Bruna Lombardi. Para quem, assim como eu, precisa lembrar dessa mensagem a todo o instante!

Se você gosta de mensagens desse tipo ou quer ter algum vídeo transcrito por mim, envie sua sugestão nos comentários ao final da página. 😉

Educação e equilíbrio emocional segundo a neurociência (Transcrição)

Sabe aquela pessoa que te irrita profundamente e você sempre reage da mesma forma vergonhosa? Seja ironizando, xingando ou até mesmo agredindo? A neurociência mostra que é possível mudar esse tipo de comportamento horroroso. E isso é fundamental, tanto para o ambiente de trabalho, como familiar e social.

* * * * *

A língua portuguesa diferencia o verbo ser do estar, diferente do inglês e muitas outras línguas. Precisamos aprender que na verdade nós não somos nada, mas sim estamos alguma coisa.

Não somos tristes ou felizes, mas sim estamos tristes ou felizes.

Muitos dos nossos sentimentos que nós acreditamos ser, na verdade são algo de estado passageiro.

Por exemplo, se você teve, tem ou vier a ter depressão, você não é deprimido, você está deprimido. Isso é libertador, porque nos dá a chance de controlar o que nós somos e não precisamos nos descontrolar com a pessoa que nos irrita.

Irritabilidade

A neurociência mostra que é possível modificar esse tipo de comportamento.

Não nascemos com os nossos circuitos emocionais prontos. Muito pelo contrário, a maioria dos nossos circuitos emocionais vão sendo construídos ao longo da nossa história e de como lidamos com ela.

Numa analogia com o computador, é como se disséssemos que as nossas emoções estão muito mais para o software do que para o hardware. Ou seja, elas estão muito mais para o que é adquirido, do que para o que é inato, natural, intrínseco.

Nossas emoções não são simplesmente intrínsecas, mas sim, em grande parte, construídas por nós mesmos. É aí que temos a possibilidade de mudar hábitos negativos e ensinar o nosso cérebro a agir de forma diferente e podemos mudar comportamentos relacionados, por exemplo, à pessoa que nos irrita.

Cérebro aprendendo

Precisamos mudar da irritação para menos irritação, depois para a indiferença e quem sabe um dia, gratidão.

Mais profundamente, as nossas emoções são apostas do nosso cérebro, ou seja, são previsões e não certezas. Nós sempre nos vemos como reagindo ao mundo, mas na verdade o que o nosso cérebro está fazendo são sempre previsões e construções do mundo.

Isso significa que nós podemos modificar essas previsões, criando novas emoções. É por isso que cada vez mais a neurociência e as outras ciências mostram que nós, humanos, somos criaturas criadas por nós mesmos.

Nós, em geral, utilizamos as expressões “emoção” e “sentimento” como se fossem sinônimos, mas cientificamente falando, elas são diferentes.

A emoção vem primeiro e é o estado físico. Já o sentimento vem depois e é a interpretação da emoção.

Emoção e Sentimento

O sentimento é a experiência mental. 

Pegando a pessoa que nos irrita como um exemplo:

O que é a emoção?

A emoção é a mudança no batimento cardíaco, a mudança na temperatura do corpo ou é uma náusea que se instala.

O sentimento é a interpretação dessas mudanças, que nesse caso são interpretadas como irritação, raiva ou tristeza.

É interessante notar que, às vezes temos interpretações completamente diferentes para o mesmo batimento cardíaco e a mesma mudança na temperatura do corpo.

Ou seja, o nosso sentimento é uma interpretação e nós temos a maleabilidade em escolher como vamos interpretar essa emoção.

Nada vem com informação, nada no mundo externo. O que conta é como nós interpretamos essa informação, porque o único acesso que nós temos ao mundo é pelos nossos sentidos.

Poucos sentimentos são intrínsecos, como por exemplo sentir-se confortável e desconfortável. A maior parte dos nossos sentimentos é extremamente complexa e é definida pelas interpretações e reinterpretações que fazemos da nossa própria história.

Deveríamos continuar interpretando do mesmo jeito tudo o que recebemos do reforço positivo, e nos é benéfico, e reinterpretar tudo o que recebemos de reforço negativo, e que nos é maléfico.

Positivo e Negativo

O ser humano parece ser mestre em repetir o mesmo erro.

A gente não precisa disso. Precisamos dar o primeiro passo para modificar o comportamento e depois precisamos lembrar de repetir, repetir e repetir…

Essa é a única forma de mudarmos tal comportamento: aprender repetindo, repetindo e repetindo, até que esse novo comportamento fique cristalizado e mais fácil.

* * * * *

Por que é tão difícil mudar?

Porque quando agimos de forma descontrolada, seja ironizando, xingando ou agredindo, primeiro o cérebro recebe um alívio e depois é que vem a vergonha. Na próxima situação, com a mesma pessoa, qual será a aposta do cérebro? O alívio.

O alívio veio primeiro e, automaticamente, agimos da mesma forma. É isso que precisamos mudar: ensinar o nosso cérebro que não é no alívio que temos que prestar atenção e sim na vergonha, mas precisamos mudar para que isso aconteça.

Ao contrário do que muitos pensam, o nosso processamento emocional é resultado de uma orquestra cerebral e não uma atividade meramente límbica. O que isso nos diz?

Os estudos recentes mostram uma ligação muito estreita entre as partes límbicas e frontais do nosso cérebro, sugerindo que existe um processamento cognitivo nas nossas emoções.

Isso indica que nós podemos ter muito mais controle sobre nossas emoções. Isso é autocontrole, é poder buscar equilíbrio emocional.

dicas-para-cultivar-o-equilibrio-emocional

Dicas para cultivar o Equilíbrio Emocional

Outro engano que cometemos, é querer ler o que o outro sente.

Se a nossa leitura do mundo é muito baseada na nossa história, toda vez que tentamos ler o que o outro sente, estamos fazendo uma aposta (previsão), que é muito mais baseada na nossa história do que na história do outro. Isso é uma perda de tempo.

Muitas empresas hoje gastam fortunas para tentar ler o sentimento do outro, mas com que finalidade? 

Na verdade, a finalidade é a de controlar o outro, sendo que deveríamos gastar o nosso tempo para querer controlar a nós mesmos.

Ninguém nos faz sentir nada e nós decidimos o que queremos sentir, ou pelo menos temos essa chance. Isso significa que podemos ter mais controle sobre nós mesmos, o que é muito poderoso, pois nos dá a chance de termos MELHOR controle sobre nós mesmos.

Se temos melhor controle sobre o que sentimos, significa que temos mais responsabilidade sobre nós mesmos. Se continuamos agindo de forma descontrolada com quem nos irrita, a responsabilidade é nossa e não daquele que nos irrita.

Responsabilidade significa muita coisa e é exatamente aqui que mora o nosso livre arbítrio.

O que você faz para mudar esse tipo de comportamento que você não gosta e buscar melhor controle e equilíbrio emocional?

* * * * *

Essa é uma das brigas que tenho comigo mesma, DIARIAMENTE. Desde adolescente, sempre tive comportamentos explosivos com meus pais, sendo que eles não tinham culpa da forma com a qual eu processava minhas emoções.

Com o passar do tempo, fui entendendo isso e prestando mais atenção nas minhas atitudes. Não é fácil e eu ainda tenho um caminho muito longo a percorrer.

No entanto, acredito que por estar sempre estudando e por me interessar por conteúdos desse tipo, consigo aprender de forma autodidata, já que não consegui ainda buscar um acompanhamento profissional adequado.

Por isso, fiz essa transcrição do vídeo da Casa do Saber, onde a neurocientista Claudia Feitosa-Santana compartilha uma série de ensinamentos relacionados ao tema.

Vou deixar o link do vídeo abaixo caso queira acompanhá-lo na íntegra, mas peço que compartilhem essa transcrição como forma de divulgar o meu trabalho. 

Se precisarem ou conheçam alguém que precise de transcrições de vídeos ou webnários, deixe um comentário abaixo solicitando ou envie um e-mail para:

gmail contato@equilibrioassistenciavirtual.com

Espero que tenha gostado do assunto! Se sim, deixe seu curtir após o vídeo abaixo ou um comentário com sugestões. Vou adorar saber como posso ajudar! 😉

O novo normal já está velho?

Ou como diria a música da banda O Rappa: “O novo já nasce velho”

Ultimamente tenho acompanhado alguns conteúdos relacionados ao desenvolvimento humano e um deles me chamou a atenção, não só pela forma com a qual é apresentado, mas principalmente porque vai diretamente ao ponto.

Trata-se do canal Pensamentos Transformadores formado pelas palestrantes Vania Ferrari e Anna Paula Nogueira. Ambas possuem uma vasta formação na área de RH e, além de unirem seus conhecimentos e transmitirem para milhares de pessoas em seus vídeos e palestras, uniram-se também como um casal representando a diversidade.

Em um dos vídeos mais recentes do canal, Vania e Anna optaram por fazer um formato diferente do qual elas estavam acostumadas. Ao invés de publicarem o vídeo enxuto e editado como de costume, resolveram compartilhar a discussão que tiveram para elaborar o conteúdo do vídeo, sem edição ou cortes.

Isso gerou um vídeo de mais de 30 minutos, o qual resolvi transcrever aqui de forma mais resumida, pois embora os pontos abordados por elas sejam voltados para as organizações e a área de RH, são de grande valia para todas as pessoas.

O tema do vídeo é o novo normal já está velho? Coincidentemente, ouvi no mesmo dia a música “O novo já nasce velho”, da banda O Rappa e isso pra mim foi um sinal de que deveria fazer o registro da minha percepção sobre o vídeo delas aqui.

Abaixo vou colocar o conteúdo extraído do vídeo, com algumas observações para facilitar a compreensão.

O novo normal já está velho?

Coisas velhas que parecem novas representam um perigo. As pessoas estão chamando de novo normal uma coisa que já é velha. O novo normal é trabalho a distância, mas isso já é velho.

Nesse ponto Anna lembra de ter participado de um projeto piloto para trabalhar remotamente no ano de 2011.

Lives e eventos a distância, levar conteúdo para os colabores onde eles estiverem, sem a necessidade de reunir todo mundo no mesmo espaço… Apesar de estarem fazendo muito isso agora, essa tecnologia não é nova.

A vantagem dos participantes é a de estarem todos na primeira fila, sem a separação de área VIP.

Nos eventos online, há maior interação dos participantes e numa intensidade maior, sem a necessidade de se obedecer a uma hierarquia.

Coisa que não acontecia nos eventos presenciais.

Você não sabe o bastante nem para saber se está fazendo a pergunta certa. 

Essa foi uma frase impactante que Vania retirou do livro Reimagine de Tom Peters.

Muitas pessoas que participam dos eventos presenciais, quando tem a oportunidade de pegar o microfone para fazer alguma pergunta às palestrantes, não o fazem. Elas apenas aproveitam a chance para falarem sobre si mesmas e acabam não dando a chance de outras pessoas falarem algo de útil ou simplesmente fazer a pergunta certa.

Q.A. (Quociente de Adaptabilidade)

Anna fala sobre um TED de Natalie Fratto, onde ela enfatiza a necessidade de se trabalhar o chamado Q.A..

  • Q.I. (quociente intelectual) – Medido por onde a pessoa estudou, que experiências ela tem, que conhecimentos ela traz para a organização;
  • Q.E. (quociente emocional) – Qual a capacidade que a pessoa tem de construir uma equipe e de estabelecer boas relações dentro da organização;
  • Q.A. (quociente de adaptabilidade) – Como a pessoa reage a mudanças e como forçamos o nosso cérebro a simular.

O “e se”, ativa o cérebro fazendo com que sejamos pessoas cada vez mais adaptáveis. Questionar o que já sabe, ou seja, aprender a aprender. Jogar fora o que não serve mais para aprender o novo.


O que impede as pessoas de se adaptarem às mudanças?

Preguiça e medo.

Tem pessoas que não melhoram os processos porque vai dar trabalho. O processo é burro, é improdutivo, é caótico, é caro, mas se a gente for mexer no processo, teremos que falar com outras áreas, alinhar, discutir, mudar o formato… e eu tenho preguiça.

Ou eu tenho medo, porque vou expôr a minha ignorância, vou me expôr na organização, eu estava quietinho fazendo o meu, chegando no mesmo horário e indo embora no mesmo horário, ninguém mexia comigo.

Se eu começar a brigar com as pessoas para melhorar esse processo, as pessoas vão ver que talvez eu não seja tão bom, quanto as pessoas pensam.

Nesse novo “novo normal”, você terá que se mexer na cadeira!


O medo e a preguiça nos impedem de inovar.

Não é a tecnologia, não é a inteligência artificial, não é acesso a software e hardware, é muito mais humano. É de fato o nosso desejo de querer mudar o que fazemos diariamente.

Natalie cita um cara que criou uma bicicleta que vira para a direita e vai para a esquerda. Isso é para forçar o cérebro a entender que quando queremos ir para a esquerda, temos que virar para o outro lado. Assim como naqueles exercícios para treinar o cérebro, escrever ou escovar os dentes com a mão esquerda ou vice-versa.


Devemos ser mais subversivos, no bom sentido

Fomos ensinados que ser subversivo é ruim, mas não é. Tem que ter alguém na empresa para dizer “isso não faz o menor sentido, estamos passando vergonha”.

Ter como característica ser mais subversivo, mas também briguento pela coisa certa, porque isso vai estimular as pessoas a perguntar. A chave está aí: fazer novas perguntas, que podem ser simples ou complexas.

O exercício contínuo de perguntar e de propor é que vai gerar grandes mudanças.

Olhar para a organização não mais como um lugar rotineiro que eu TENHO que ir, “porque sim”…

“Eu não estou feliz na empresa onde eu trabalho, mas eu não posso ir embora porque o mercado de trabalho está ruim”.

Se você for bom, o mercado de trabalho é bom, se você for ruim, o mercado de trabalho é ruim.

Equipe idiota, líder idiota. Equipe genial, líder genial!

Prefiro dizer que o mercado de trabalho está difícil, do que atualizar minha rede, atualizar o meu LinkedIn, experimentar o contato com o mercado para de fato entender se está difícil mesmo ou se sou uma pessoa que posso migrar porque o mercado precisa de gente como eu.


QI, QE e QA são interdependentes

A partir do momento que você entende que precisa mexer no seu QA, automaticamente o seu QI vai mudar, assim como o QE que precisa estar preparado para essas mudanças.

Por exemplo, a pessoa que tem dificuldade de cognição, dificuldade de compreensão, não conseguirá desenvolver o QI, logo não conseguirá melhorar a capacidade de mudança.

A pessoa que tem problemas emocionais para assumir que está com algum problema ou está errada, também não conseguirá partir para a adaptação.

Busque primeiramente em você mesmo essas três competências e a partir daí, vai mudando o seu entorno.

Todo mundo quer ser reconhecido, mas para que isso aconteça, é preciso criar uma certa autoridade e reputação. E como conseguimos mudar tudo isso? Estudando!

Se a gente já tem o cenário atual, que já se consolidou, um cenário de retorno que caminha para ser igual ao que era antes, quando vemos o que chamam de reabertura da economia (pessoas voltando para os shoppings e carros como antes), talvez o novo normal seja o velho.


A gente vai voltar de onde a gente veio…

A gente só não vai voltar, se a gente de fato aplicar o QA e exercitar a simulação de cenários possíveis.

Por exemplo, um dos grandes problemas que temos nas grandes cidades é o transporte (público ou privado). A gente já viu que é possível trabalhar de casa, tendo eficiência, sendo mais produtivo…

Essa é uma das questões que precisamos levar para as organizações, quando voltarmos, para que essa seja uma prática contínua. É mais barato, é mais eficiente, contribui com a saúde emocional das pessoas, porque elas vão deixar de se estressar no caminho até o trabalho, então essa é uma prática que a gente precisa mudar.

Precisamos ser muito questionadores, não aceitar alguns argumentos, porque a gente testou, fomos obrigados a testar e a usar os novos modelos e a gente não pode deixar esses avanços retrocederem.

Porque se a quarta revolução industrial gerou um novo jeito de fazer negócio, um novo consumidor, essa revolução que fomos obrigados a participar, gerou um novo colaborador.

Então, se você empresa quer chamar para trabalhar grandes talentos, essas pessoas vão querer trabalhar de casa. Ou ainda, ser híbrido…


Modernidade líquida (livro de Zygmunt Bauman interpretado por Vania Ferrari)

Você não tem só o líquido… Você continua tendo o sólido e o gasoso.

Os sólidos são os nossos valores (missão, visão e valor).

O líquido é o método, que tem que ser fluido e tem que mudar toda hora. Se o líquido cai numa caixa, fica quadrado, se cai num aquário, fica redondo.

Os processos precisam ser revisitados e serem líquidos o tempo todo.

A cultura é gasosa, ela tem que circular entre nós e nós temos que sentir a presença da cultura, sem ter que ficar invocando-a toda hora.

O fogo transforma o gelo em água e a água em gás e ele simboliza o pensamento crítico.

O valor pode ser gasoso, pois precisa ser revisitado em questões urgentes para uma evolução. Diversidade que evoluiu para uma inclusão, por exemplo. No entanto, o valor não pode ser desconstruído.

Com base num conjunto de valores, qual o próximo passo que daremos como uma organização e como adaptamos alguns deles. A essência permanece a mesma.

O novo normal requer que você sempre melhore.


O novo normal nos fez descobrir que somos finitos.

A gente vai morrer, vamos perder o trabalho do qual somos tão apegados, teremos que dar um passo para trás em nossa carreira, porque isso é mais interessante para a nossa saúde, embora não seja interessante para o dinheiro.

Mas também, quem precisa de muito dinheiro se a gente vai morrer?


Finitude

O tempo é finito, sua carreira é finita, a sua vida é finita, a sua fornada de trabalho tem que ter fim, os recursos naturais são finitos, o mundo é finito…

Fala-se tanto em produtividade, mas por que, se tudo é finito?

Talvez o antônimo de produtividade não seja não fazer nada, mas sim fazer o melhor com pouco.

Outra questão levantada é que uma parte do nosso tempo, do que temos que fazer, será substituída pela tecnologia. Ou seja, vai sobrar tempo. A gente não preenche esse tempo da forma que estava, porque é insustentável.

Como a gente permite que sobre tempo pra gente inovar, pra aprender outras coisas, pra reduzir jornada, pra não fazer nada… é um novo uso de tempo, sabendo que ele é finito.

A inteligência artificial, vai recuperar um espaço de tempo que nós não temos que recuperar.

“Já que eu não tenho mais que fazer isso, eu vou encher o meu tempo de outras coisas”… Não!

Você vai ficar numa ociosidade saudável, vai cuidar da sua família, vai ver seus filhos crescerem, vai ver o por-do-sol, o nascer do sol…

A jornada tem que reduzir para você fazer bem feito da primeira vez. Quando você faz isso, você ganha tempo.


E como fazer bem feito da primeira vez?

Estudando!

Por isso que os três quocientes são interdependentes e complementares.

Não é para fazer mais rápido, é para fazer melhor.

A gente está na loucura do mais rápido, mais eficiente, mas na verdade temos que deixar mais tempo para viver, para refletir, para agir…

Uma das coisas que a gente mais reclamava antes da pandemia era que não tínhamos tempo. Quando chegou a pandemia, lotamos a agenda de trabalho, Lives, cursos online, atividade física online, meditação… Ou seja, a gente manteve o estresse emocional que a gente já não gostava no cenário anterior.


Temos que parar de fazer idiotice e deixá-la sólida.

A gente pega um processo ou uma ideia que deveria ser líquido ou gasoso e tornamos ele sólido.

Precisamos de salas com muitos “post-its” para mostrar que aquela equipe tem ideias… Só que é tanto “post-it” que depois não se sabe o que fazer com aquilo.

O excesso te paralisou.

O que é na sua vida o sólido idiota? O sólido imbecil? O sólido que se fossilizou?

Quais são os sólidos que você tem que transformar em líquido e gasoso ou ainda abrir o ralo e deixar ir embora?

Muitas pessoas dizem que não podem questionar muito, pois precisam sobreviver no trabalho…


Se você precisa sobreviver nesse trabalho, você está no lugar errado!

Você tem que viver o trabalho, gostar dele, se apaixonar pelas suas atividades.

Não precisa ser tudo, pois tem coisas da nossa rotina que não gostamos de fazer, mas a maioria das coisas precisa ser apaixonante.

Lembrando que apaixonante porque VOCÊ acha apaixonante. Não precisa idealizar projetos incríveis, mas sim enxergar e se encantar com coisas que talvez para os outros sejam encarados como rotinas chatas ou processos desinteressantes.

Você pode ter uma relação de paixão com o que você faz, seja a atividade que forE se você não tem, dá um jeito de automatizar para você se livrar dela.

Automatiza, terceiriza, cria um jeito de ganhar autoridade na sua empresa para você passar isso para outra pessoa. Cria um sucessor, faz ficar divertido e estimulante…


Vania e Anna finalizam o vídeo convidando a todos para que formulem suas próprias ideias a partir do que assistiram e compartilhar esse conteúdo com quem precisa.

Eu utilizo o meu site para estudar e divulgar assuntos que considero pertinentes para a minha formação pessoal e profissional.

Espero que esse conteúdo também possa ajudá-lo(a) de alguma forma. Se sim, deixe o curtir logo abaixo e compartilhe você também para ajudar mais pessoas! 😀

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